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17/12/2009 - Zero Hora Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Suspeita de fraude em Câmara de Vereadores


Um mistério circula entre os pouco mais de cinco mil moradores de Ponte Alta, na Serra Catarinense: quem teria fraudado a urna de votação para eleger a nova mesa diretora da Câmara de Vereadores do município?

Os dois candidatos à presidência e o atual presidente garantem que não sabem e juram inocência. De tão grave e polêmico, o caso foi parar na polícia.

A eleição ocorreu na noite da última terça-feira com duas chapas: uma tendo o atual vice-presidente da Casa, Junior Sesar Silva (PP), como candidato à presidência, e o atual presidente, Sebastião Prado Gonçalves (PT), como vice; e a outra com José Raniel Bartesen (PMDB) para presidente e Edson Portela Alves (PP) para vice.

Todos os nove vereadores votaram nas cédulas e depositaram seus votos na urna, feita com uma caixa de papelão coberta com um papel de decoração natalina.

Durante a apuração dos votos, um dos legisladores teria suspeitado da legitimidade da eleição, foi até a urna e se deparou com uma caixa de fundo falso, onde já havia algumas cédulas preenchidas.

A caixa foi aberta e todas as cédulas caíram e se misturaram, num total de 17, que resultaram, segundo a Polícia Militar, em um placar de nove a oito em favor de Junior e Sebastião.

O clima esquentou e, rapidamente, cerca de 300 moradores aglomeraram-se em frente à Câmara.

A PM agiu rápido, inclusive com reforços de Lages e Correia Pinto, e conseguiu evitar brigas ou atos de vandalismo.

Após muita discussão, uma nova eleição foi feita na mesma noite, desta vez com voto aberto, e resultou na eleição unânime da outra chapa, encabeçada por José e Edson.

A PM elaborou um relatório sobre a ocorrência e o enviará à Polícia Civil, que deve investigar o caso e encaminhá-lo ao Ministério Público.

Junior e Sebastião alegam inocência, garantem que não sabem quem violou a urna e acreditam em uma possível armação para prejudicá-los.

Já o presidente eleito, que assume a função no próximo dia 1º de janeiro, também afirma não saber quem cometeu a fraude e adianta que qualquer atitude sobre o caso será tomada pela Câmara somente após um parecer da Justiça.

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