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06/03/2007 - O Globo Online Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Pelo menos 30 falsos médicos foram flagrados em SP em 2006


SÃO PAULO - Pelo menos 30 falsos médicos foram flagrados agindo no estado de São Paulo no ano passado, quase o dobro de 2005. Para conter este tipo de crime, que coloca em risco a saúde pública, o Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo (Cremesp) está recadastrando os 90 mil profissionais do estado. A carteira terá um código de barras para dificultar fraudes e a foto do profissional ficará disponível para consultas no site do conselho.

Em outubro do ano passado, foi preso na cidade de Indaiatuba, na região de Campinas, um mecânico que se passava por médico ginecologista. Christian Cabral, de 29 anos, foi preso em flagrante dentro do Hospital Oliveira Camargo. Ele se apresentava como 'Dr. Paulo' e havia atendido uma grávida de 15 anos. A paciente ainda estava no corredor do hospital quando foi chamada pelo verdadeiro médico.

A adolescente relatou que já havia sido atendida por Christian. Os seguranças do hospital e a polícia foram chamados e o falso médico foi preso.

No Arujá, o goiano Henrique Jorge Mortosa, de 28 anos, atuava no Pronto-Socorro do hospital AMA - Assistência Médica Arujá. Ele usava um carimbo com o número de registro de um ortopedista que tem o nome quase igual ao dele e as mesmas iniciais. Ele disse à polícia que se formou médico na Bolívia e não podia exercer a profissão no Brasil.

Em Guarulhos, um falso médico atuava em oito clínicas particulares. O mineiro Bruno William Moreno da Silva, de 22 anos, fingia ser um homem mais velho e usava uma carteira falsificada do Conselho Federal de Medicina e um diploma falso na Universidade Federal do Rio Grande do Norte. Silva já esteve preso por estelionato e roubo e estava em liberdade desde novembro de 2005.

Na zona leste de São Paulo, o imigrante japonês Mamoru Maeda, de 64 anos, foi preso acusado de aplicar o golpe do falso médico em pelo menos três vítimas. Ele colecionava antecedentes criminais por estelionato, furto e exercício ilegal da medicina. Usando avental, etiquetas para identificação de um suposto remédio, que o próprio acusado fabricava, à base de cânfora sintética, Maeda foi reconhecido por uma testemunha. Ele abordava taxistas e oferecia seus serviços a parentes e conhecidos dos taxistas.

Outro caso na mesma região foi o de Alessandro Gonçalves, preso atendendo pacientes em um hospital. Mesmo sem ter diploma universitário, trabalhou em diversas clínicas em São Paulo, Belo Horizonte e Lins. Ele chegou a mudar o sobrenome para usar um registro de outro médico. Assim, realizou cirurgias e fez plantões em UTIs, sempre na área de ortopedia.

Na zona sul, um falso médico também foi surpreendido no hospital Santa Marta. José Gomes se fazia passar por um médico formado pela Universidade Estadual Paulista (Unesp).

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