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06/12/2009 - PC World / IDG Now Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Falha em processo eletrônico expõe dados de clientes do HSBC

Software com problema tornou visíveis informações confidenciais de clientes que estão em processo de falência.

Dados de clientes do HSBC nos Estados Unidos que entraram com pedidos de falência entre 1o de maio de 2007 e 17 de outubro de 2008 foram expostos por uma falha no sistema eletrônico da empresa.

Em comunicado divulgado na quinta-feira (3/12), o HSBC informa que as informações afetadas são de clientes que preencheram eletronicamente pedido de falência (o chamado Chapter 13), e que se tornaram visíveis em função de uma “deficiência no software utilizado para guardar imagens de documentos”.

O HSBC diz que tomou conhecimento do problema apenas em 9 de julho de 2009.

Porta-voz da instituição financeira não deu mais detalhes sobre a causa do problemas, mas afirmou que “um limitado número de clientes” foi afetado. Segundo ele, o HSBC “não tem qualquer motivo para acreditar que informações pessoais de clientes possam ter sido comprometidas” afirmou a porta-voz por e-mail. Em outubro, o HSBC enviou cartas aos clientes afetados e ofereceu um ano de monitoramento de crédito gratuitamente.

Foram afetados clientes de duas empresas pertencentes ao HSBC: HSBC Taxpayer Financial Services, e Beneficial New Hampshire and Household Finance Corporation.

Os dados que foram expostos podem incluir, segundo o banco, dados de cartões de crédito do HSBC, linhas de crédito ou informações sobre hipotecas.

Cada vez mais documentos legais têm sido preenchidos eletrônicamente pela web e isso tem causado problemas para as empresas já que seus funcionários precisam aprender a lidar com esses novos formatos de documentos.

Informações como as que vazaram, quando em papel, podem ser protegidas, por exemplo, usando algum tipo de caneta que oculte os dados escritos. No caso de documentos eletrônicos, algumas vezes, basta selecionar o conteúdo (em geral representados por uma série de asteriscos), copiar e colá-lo em outro local para tornar o conteúdo visível.

No início deste ano, a agência de notícias Associated Press teve acesso ao valor de mercado estimado do Facebook, dado em juízo por uma testemunha. O conteúdo, que estava protegido por esse tipo de mecanismo (substituído por asteriscos), se tornou visível usando copy&paste.

Para evitar que o problema pudesse ocorrer novamente, a corte distrital do Distrito de Nova Jersey, nos Estados Unidos, definiu regras explicando como tais informações devem ser protegidas.

“O preenchimento eletrônico de documentos PDF ainda é um processo relativamente novo para advogados”, muitos dos quais apenas recentemente começaram a usar computadores, diz Christina Frangiosa, conselheira da empresa de advocacia Panitch Schawarze Belisario & Nadel.

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