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28/02/2007 - Diário de Cuiabá Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Golpista é preso pela polícia


Policiais da Delegacia do Complexo do Planalto prenderam o falsário Márcio da Silva Canetti, de 35 anos, que usava vários nomes e aplicava golpes no comércio da Capital e em outros Estados. A especialidade dele é falsificar documentos e também aplicar o golpe do dinheiro retido em caixas eletrônicos. Na casa de Márcio, no bairro Tijucal, os policiais apreenderam várias borrachas usadas para segurar o dinheiro retirado dos caixas eletrônicos. A prisão ocorreu na sexta-feira à noite.

Além das borrachas, os policiais descobriram em poder dele uma verdadeira fábrica de falsificação. Havia desde carimbos e holerites falsos, utilizados para fazer compras no comércio, até contas de água e luz em diversos nomes e endereços.

“Com tantos documentos assim, existe a suspeita de que ele (Márcio) fabricava esses documentos e os repassava para terceiros. A pessoa podia escolher o salário e endereço. Com esses documentos, podia aplicar golpes no comércio”, explicou o chefe de Operações, policial civil Emanuel Pacheco.

Vários cartões de saques foram apreendidos na casa dele - alguns dos quais que tinham ficado presos durante o golpe do caixa eletrônico, ao passo que outros pertencentes a contas falsas abertas nas agências bancárias da Capital.

O que chamou a atenção dos policiais é que Márcio usava três identidades diferentes. Com o nome de Márcio José de Arruda, ele aplicou golpes no comércio da Grande Cuiabá e em São Paulo. Usando a identidade de Martinho José de Arruda, ele foi indiciado por um assassinato ocorrido em Várzea Grande, em agosto do ano passado.

A partir da investigação do assassinato, os policiais chegaram até a casa de Márcio. “Estávamos investigando-o em golpes aplicados com cartões de créditos. Os policiais da DHPP chegaram até lá e apreenderam os materiais. Já estávamos no encalço dele desde que prendemos outro grupo de falsários em Cuiabá”, explicou o delegado Paulo Alberto Araújo, titular do Complexo do Planalto.

Diante de tantos nomes falsos, os policiais não sabem qual o nome verdadeiro do falsário. Eles acreditam que seja mesmo Márcio. “Nunca se sabe. É possível que seja um nome ainda não relacionado’, explicou um policial plantonista.

Márcio foi indiciado por estelionato, uso de documento falso e falsificação de documentação pública e particular. Ele será indiciado também por homicídio, mas o inquérito tramita pela Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP). (AR)

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