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02/12/2009 - Último Segundo / EFE Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Maioria das pessoas que compram produtos piratas não sente culpa, diz estudo


México, 2 dez (EFE).- Oito entre cada dez pessoas que compram mercadorias piratas regularmente o fazem "com pouca culpa ou medo", revela um estudo da organização Ação Empresarial para Frear a Falsificação e a Pirataria (BASCAP, na sigla em inglês) divulgado hoje no balneário mexicano de Cancún.

Em entrevista à Agência Efe, o coordenador da BASCAP, Jeffrey Hardy, disse que, na maior parte dos casos, "as pessoas não entendem" que sua ação pode "acabar com um trabalho, provocar danos à saúde ou alimentar a atividade do crime organizado".

A compra e venda de mercadorias piratas gira US$ 750 bilhões ao ano em todo o mundo, segundo a organização.

Este estudo, realizado com cinco mil consumidores de México, Coreia do Sul, Índia, Rússia e Reino Unido, mostra que 14% dos entrevistados admitiram comprar produtos piratas com regularidade, frente a 20% que nunca o fizeram.

Os artigos mais procurados são softwares, CDs, DVDs e roupas, assim como remédios, autopeças, bebidas alcoólicas e até mesmo comida.

Os motivos para comprar um produto falsificado são, segundo os consultados, não poder comprar o original (71%), não saber que é falso (58%) ou a percepção de que o original será mais caro do que o pirata (57%).

Os argumentos que mais funcionam para evitar uma compra de um objeto falsificado são que pode representar um risco para a saúde (70%), que estimulará o risco de crimes contra a propriedade (59%) e, em menor medida, que possa haver problemas com a Justiça (30%).

As compras desse tipo de produto são feitas por pessoas de qualquer idade, independentemente do nível de renda, acrescenta o estudo.

Assim, 41% das pessoas mais pobres compram artigos piratas com frequência, da mesma forma que 47% dos que têm renda média e 50% dos mais ricos.

O coordenador da BASCAP alertou que esta atividade é mais preocupante em tempos de crise porque prejudica as empresas legalmente constituídas, pode destruir empregos, diminuir as receitas e consequentemente, o investimento e a inovação.

Por isso, Hardy considerou que este é o momento de os Governos intensificarem o combate à pirataria para preservar a economia formal e permitir que esta volte a gerar riqueza o mais rápido possível.

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