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02/12/2009 - folhabnet.com.br Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Três médicos e 11 pessoas foram presas acusadas de fraude contra o INSS


Três médicos Munil da Silva Taques, Josemar Honório Barreto e Fernando Corrêa Meyer e mais 11 pessoas foram denunciados pelo Ministério Público Federal (MPF), por fraude contra o Instituto Nacional de Seguridade Social (INSS). Segundo o MPF, os médicos Munil e Josemar recebiam entre R$60 à R$150 para emitir laudos falsos.

De acordo o MPF, o esquema de fraude teve início com o agenciador Francisco Carlos Gonçalves da Silva, mais conhecido como Mário Bengala e com sua esposa Erlene Aguiar de Sousa Santos Silva. Os dois eram responsáveis em arrumar os possíveis " clientes" para obtenção de beneficios, como auxílio-doença ou aposentadoria por invalidez. Essas pessoas eram encaminhadas para os médicos Munil e Josemar, ao quais faziam parte do esquema e forneciam os laudos falsos de doenças. Com os documentos assinados pelos profissionais, os supostos "clientes" se dirigiam até o médico perito do INSS em Cuiabá Fernando Corrêa Meyer, que também participava da quadrilha.

Para que fosse emitido o laudo falso, os médicos cobravam de R$ 60 a R$ 150. Em seguida, depois do benefício concedido pelo INSS, cada “cliente” pagava mensalmente a Mário Bengala cerca de 20% do benefício.

Uma ação conjunta feita entre MPF, INSS e Polícia Federal, que ajudou a chegar na quadrilha, as investigações duraram por 10 meses. Uma parte dos integrantes envolvidos com a quadrilha foi presa em agosto.

Beneficiários ilegais do INSS, envolvidos no esquema

David Vanderlei de Sousa Guerra, Alzira Guimarães, Élio Ferreira, Sávio Paulo Campos, João Carlos Nunes, Marlon João Sadão Watanabe, Maria Auxiliadora Cardoso, Moisés Miranda e Márcio José Pereira, os quais respondem por estelionato. Francisco responde por formação de quadrilha, estelionato, crime contra a ordem tributária, e Erlene por formação de quadrilha e estelionato.

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