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03/12/2009 - Portugal Diário Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Imunidade diplomática «safa» embaixador da Moldávia

O Ministério Público diz que há indícios de auxílio à imigração ilegal, mas ficou de fora da acusação por ser diplomata.

O embaixador da Moldávia em Portugal é suspeito de ter ligações a uma rede de auxílio à imigração ilegal em Portugal, mas ficou de fora do despacho de acusação de uma investigação das autoridades portuguesas porque tem imunidade diplomática. Na mesma situação estão outros três antigos diplomatas moldavos.

O DIAP de Lisboa acusou recentemente 28 pessoas, após uma investigação levada a cabo pela 4ª secção do Departamento de Investigação e Acção Penal. Os quatro diplomatas, de acordo com o «Diário de Notícias» (DN), que avança a notícia, eram suspeitos de crimes de corrupção passiva, peculato, abuso de poder, falsificação e contrafacção de documentos. Ao todo foram ouvidas 108 testemunhas.

Durante a investigação, foi identificada uma rede encabeçada pela cidadã moldava Dorina Tintuic, presidente da Associação Internacional Eminescu. A mulher tinha total acesso á embaixada da Moldávia em Portugal, de tal forma que teria na sua posse papel timbrado da embaixada, carimbos e cunhos oficiais.

28 acusados de integrar rede de imigração ilegal

A associação seria aliás usada como elemento estratégico no esquema, dando, de acordo com a acusação citada pelo DN, «cobertura à actividade criminosa». «Por via da associação, da qual a arguida Dorina Tentuic era presidente, a associação passou a introduzir em Portugal cidadãos de nacionalidade moldava que, de outro modo, não o conseguiam fazer, a coberto de convites que lhes dirigia para participarem em diversos eventos», diz o despacho de acusação.

A embaixada moldava recusou comentar o caso, mas adianta que o cônsul Edaud Munteanu e a primeira secretária da embaixada, Natália Oprea, também visados no processo, já não estão em missão em Portugal.

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