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30/11/2009 - O Documento Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Curso orienta policiais para identificação de fraudes em documentos de cartórios


Procurações, escrituras, reconhecimento de firma e autenticação de documentos. Estes são alguns dos documentos que podem sofrer adulterações ou serem falsificados por golpistas, na prática de crimes. Para orientar policiais (escrivães, investigadores e delegados) a Academia de Polícia Judiciária Civil finalizou nesta segunda-feira (30.11) um “Curso Sobre Prática Notarial”. A capacitação foi realizada com cerca de 50 policiais civis de delegacias de Cuiabá e Várzea Grande.

O curso foi ministrado pelo escrevente, Carlos Roberto Vendrame, do 1º do Cartório de Primeiro Ofício de Várzea Grande, que também é professor universitário. Vendrame explicou que as principais fraudes estão na falsificação de carimbos, selos, papéis e matriculas de cartórios. Conforme ele, os estelionatários chegam a escanear assinaturas para reconhecer firma de um documento de transferência de veículos, por exemplo, e falsificar carimbos oficiais de cartórios. “Se você confia só no documento você está dando legalidade”, alerta para o cuidados na conferência de documentos juntos aos cartórios.

Estelionato, falsificação de documentos públicos e uso de documento falso, são os principais crimes que uma pessoa pode responder ao utilizar de meios ilícitos para se apropriar bens. O delegado Miguel Rogério Gualda Sanches Júnior, da Delegacia Municipal de Várzea Grande, disse que a unidade concentra todas as ocorrências dessa natureza por estar numa área, onde se localizada os cartórios da cidade.

De acordo com o delegado, muitas pessoas procuram a delegacia para comunicar fraudes em documentos públicos. “A gente não conhecia a metodologia de trabalho dos cartorários e a dificuldade estava em saber se havia uma negligência por parte deles ou ser eram os próprios estelionatários. Agora com essa proximidade ficou mais fácil”, disse.

Conforme Sanches, com um documento falso uma pessoa consegue falsificar documentos públicos e praticar o estelionato.

O curso foi uma iniciativa da Polícia Civil em parceria com o Cartório do 1º Ofício de Várzea Grande.

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