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29/11/2009 - SEGS Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Associação de Policiais sofre golpe em São Paulo

Por: Cibele Felix

Diretores se rebelaram contra o presidente da entidade, lacraram o prédio e demitiram funcionários.

Uma das mais importantes entidades representantes dos policiais militares no Estado de São Paulo vive dias que lembram os mais obscuros momentos da ditadura. A Associação dos Subtenentes e Sargentos da PM (ASS/PM), que possui aproximadamente 30 mil associados, foi abruptamente tomada por alguns dos diretores da entidade.

Aproveitando a ausência do presidente da associação, o tenente Hélio César da Silva, que estava de licença devido a problemas de saúde na família, integrantes da rebelião realizaram uma reunião de emergência e redigiram uma ata contendo diversas acusações contra a administração do presidente.

“Não há nenhuma prova fundamentada, ludibriaram a maioria dos diretores, acusaram-me de desviar dinheiro e até mesmo de assédio sexual a uma funcionária. Estão ameaçando os funcionários para que compactuem com estas denúncias e, aqueles que se negam, estão sendo demitidos por justa causa. Oito funcionários já foram mandados embora!”, denuncia o Ten. Hélio Cesar.

A entidade possui 16 sedes regionais no interior do Estado e algumas delas também sofreram intervenções. “Integrantes deste movimento golpista estiveram em Mogi das Cruzes, Ribeirão Preto e Santo André, invadiram os prédios, destituíram os diretores, tomaram posse de documentos, trocaram as fechaduras e não permitem mais o acesso de funcionários ao local”, afirma.

Segundo o presidente deposto, a mesma estratégia está sendo utilizada na sede estadual, localizada na avenida Cruzeiro do Sul, região central da cidade de São Paulo. “Todos os diretores que não participaram, bem como os funcionários que não demonstraram apoio ao golpe, estão impedidos de entrar no prédio”, revela o tenente.

Hélio Cesar procura, através da justiça, reaver seus direitos. “Sou o presidente legitimamente eleito ao cargo e, caso tenha cometido alguma irregularidade, que seja submetido a um processo administrativo legítimo, com assembléia geral de associados e direito a ampla defesa, como prevê o Novo Código Civil. O que fizeram é uma privação de direitos, que não possui o menor fundamento! Estão forjando provas e ameaçando funcionários para que compactuem com este golpe”, finaliza.

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