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26/02/2007 - Folha do ES Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Golpe: Golpistas usam cheques clonados

Por: Wellington


Sem fazer alarde a polícia civil investiga um intrigado golpe aplicado contra a empresa concessionária do serviço de transporte urbano de Cachoeiro, a Viação Flecha Branca. Utilizando cheques clonados uma quadrilha efetuou uma grande compra de vales transportes.

O material, conforme descoberto posteriormente, destinava-se ao comércio clandestino de passes, espécie de mercado negro que emprega dezenas de vendedores ambulantes e movimenta diariamente milhares de reais nos principais pontos de ônibus da cidade.

Graças a uma operação montada pela Guarda Municipal seis pessoas foram detidas no último dia 16. Elas vão responder a inquérito aberto pelo delegado Luis Carlos de Souza.

A fraude foi descoberta logo devido a erro grosseiro cometido pelos envolvidos. Nos cheques clonados, no local destinado ao endereço da agência bancária, lê-se praça “Gerônimo” Monteiro com “g” ao invés de “j”. Alertados pela empresa homens da Guarda, sob comando do Secretário Municipal de Segurança, Fábio Mendes Glória, efetuaram a prisão de vários suspeitos.

Foram detidos Deosdeth Silva, 21 anos, morador do bairro Alto Zumbi; José Adilson, 22 anos, residente no bairro Vilage da Luz; Valdecy Quaresma, 23 anos, morador do bairro Vila Rica; Jorge Brás Martins Santos, 32 anos, residente no Rubem Braga; Wallace Martins Coelho, 26 anos, morador do Basílio Pimenta; e Orlando Cláudio S. Nascimento, 25, que mora no bairro Santo Antônio.

Dos seis detidos, somente com Wallace, Valdecy e José Adilson foram encontrados vales transportes da remessa adquirida com os cheques clonados. O material foi identificado por meio do número de série.

Em depoimento no Departamento de Polícia Judiciária (DPJ) os ambulantes negaram envolvimento com o golpe. Eles e os outros três envolvidos foram autuados com base na Lei n° 9.099/95.

Todos assinaram “Termos Circunstanciados” e responderão a inquérito com base no artigo 14 da L.C.P., que prevê penas para “exercício ilegal de profissão ou atividade”, considerando que os “atravessadores” não têm autorização da Viação Flecha Branca ou da Administração Pública Municipal para exercer a venda de passes. O caso da fraude praticada contra a Viação Flecha Branca continua sendo investigado em sigilo pela polícia civil.

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