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26/11/2009 - Correio da Bahia Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Empresa de auditoria deve analisar contratos irregulares da Agerba


Em nota divulgada à imprensa nesta quinta-feira (26), a atual diretoria da Agerba informou que fará um levantamento detalhado dos contratos de concessão às empresas de transporte intermunicipais envolvidas em esquema de pagamento de propina a ex-diretores da agência. Na última quarta (25), o Ministério Público Estadual pediu a anulação desses contratos e estabeleceu um prazo de dez dias para que a Agerba informe à promotoria a regularização imediata das concessões às empresas de explorar o transporte interestadual na Bahia.

Ainda de acordo com a nota, uma empresa de auditoria será contratada para investigar todos os contratos de concessão do sistema de transporte. 'Levamos ainda ao conhecimento da opinião pública que uma das prioridades da Diretoria é a preservação do corpo de servidores e a imagem da AGERBA, arranhada por prática de atos irregulares de terceiros', concluiu.

Também nesta quinta, funcionários da Agerba declararam apoio às investigações realizadas pela Secretaria de Segurança Pública na Operação Expresso, que prendeu dois ex-diretores acusados de receber R$ 400 mil para permitir compra de empresa de transporte irregular sem licitação. Os servidores apontaram a vulnerabilidade da agência em casos de corrupção por conta do exercício de fiscalização e regulação de serviços públicos. Como uma das soluções eles apontaram reformas previstas em projeto de lei 'que atualmente se encontra na Casa Civil, e trata de reestruturação organizacional, estabelecendo, dentre outros avanços, mandato para os dirigentes da Agerba'.

Prisão

Ao todo, foram cumpridos sete mandados de prisão. Além dos ex-diretores, também foram presos o advogado Carlos Eduardo Vilares Barral, a advogada Ana Luiza Dórea Velanes e o proprietário da empresa Rota Transportes, Paulo Carleto, e os donos das empresas Planeta, José Antonio Marques Ribeiro, e da Expresso Alagoinhas, Ana Penas Pinheiro. Os donos das empresas entram no inquérito como corruptores do esquema ilegal de concessões.

Doze horas após a prisão dos sete acusados com o esquema de propinas na Agerba, a juíza Leonildes Bispo dos Santos Silva, da 1ª Vara Criminal da Comarca de Salvador, mandou soltar todos os envolvidos no início da noite desta terça-feira (24). Todos tiveram revogada a prisão temporária - regime em que os suspeitos ficam detidos enquanto são recolhidas provas.

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