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25/11/2009 - pe360graus Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Tentativas de fraude do concurso da PM foram frustradas, diz Conupe

Gledston Melo, coordenador da comissão responsável por elaborar a prova, afirma que não há possibilidade de cancelar exame e que ressentimentos são normais em grandes concursos.

A prova do concurso da Polícia Militar foi marcada por denúncias de várias tentativas de fraudes e muitas denúncias. Por isso, nesta quarta-feira (25) o Bom Dia Pernambuco conversou com o coordenador da Comissão de Concursos da Universidade de Pernambuco (Conupe), Glêdeston Melo (foto), para explicar algumas questões.

A Conupe foi a responsável pelo maior e mais concorrido concurso para soldado da PM - foram 103.015 pessoas inscritas. O candidato que passar terá um salário inicial de R$ 1.200. Para o coordenador, esses dados explicam boa parte das denúncias. “Obviamente, como são mais de 103 mil candidatos para duas mil vagas, teremos 101 mil candidatos insatisfeitos”, avalia Glêdeston Melo.

Ele reafirma que não há chances de cancelar o concurso. “Não enxergamos qualquer possibilidade de anular o concurso”, declarou. “As investigações estão a cargo da polícia, não nos cabe dar continuidade a isso. O que poderíamos fazer já foi feito, a polícia de Pernambuco está de parabéns porque conseguiu frustrar todas as tentativas de fraude”.

Segundo o coordenador da Conupe, várias denúncias sobre as possibilidades de fraudes já vinham sendo investigadas antes do dia da prova. “Nós recebemos denúncias antes do concurso e a polícia também, e conseguimos frustrar todas as tentativas”, afirmou.

“Não tem a menor possibilidade de vazar gabaritos, as pessoas que trabalharam nessas provas são as mesmas que trabalham no vestibular da UPE, sempre com acompanhamento da polícia, provas conduzidas em malotes lacrados, guardadas nos quartéis das localidades em que foram aplicadas, em salas lacradas”.

Alguns candidatos reclamaram da ausência do detector de metais e do acompanhamento aos banheiros. “Em todos os prédios tínhamos detector de metal, isso não procede”, respondeu Glêdeston Melo. “Como eu disse, há 101 mil candidatos que não obterão sucesso no concurso, isso é comum, os candidatos reprovados transferem a culpa, não assumem”.

INVESTIGAÇÃO
De acordo com o edital do concurso, é proibido o uso de aparelho celular no local de prova. Em Petrolina, no Sertão pernambucano, um estudante foi flagrado com o celular e retirado da sala. Amauri Dias de Amorim, 25 anos, tentou fugir com a prova e foi detido.

A pedido da Comissão de Concursos, o Serviço de Inteligência da Secretaria de Defesa Social vinha investigando uma denúncia de tentativa de fraude. Outras algumas pessoas também foram detidas no Recife, em Olinda, Camaragibe, e Garanhuns.

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