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26/11/2009 - Agência RBS / A Notícia Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

CHAMADA CRIMINOSA. Como não ser vítima de golpe

Por: Ana Cenatti

Polícia Civil de Jaraguá do Sul ensina série de medidas para evitar sustos e a perda de dinheiro para os estelionatários.

Uma voz masculina informou por telefone: sequestramos a sua filha. Do outro lado da linha, a mulher de 54 anos ficou desesperada. Para que a jovem de 23 anos não fosse morta, a mãe teria de depositar R$ 20 mil em dinheiro em diferentes contas.

A mulher disse que seguiria todas as orientações e realmente cumpriu a promessa até que foi informada de que tudo não passava do golpe do falso sequestro. A polícia alerta que esse tipo de caso está ficando comum na cidade e dá algumas orientações sobre como não ser mais uma vítima.

Segundo o delegado Adriano Spolaor, nos últimos três meses, os registros de falso sequestro aumentaram em Jaraguá. “Quase toda semana tem uma ocorrência desse tipo. Antes, não era comum”, destaca.

A Polícia Civil alerta que os autores do golpe do falso sequestro, geralmente, são detentos dos presídios do Rio de Janeiro, São Paulo e interior do Nordeste. “Estes golpes são feitos por meio de celulares que entram de forma ilegal nos presídios”, diz Adriano.

O que chama atenção no caso da vítima de 54 anos é o alto valor exigido pelos estelionatários. Na maioria das vezes, eles pedem que sejam comprados cartões com créditos para celular e o prejuízo não costuma passar de R$ 400.

A polícia vai pedir a quebra do sigilo bancário e telefônico das vítimas para tentar descobrir os autores do golpe.

Outro golpe também comum é o do prêmio falso. Uma ligação ou uma mensagem de texto informa que a pessoa foi sorteada e vai receber um prêmio. Quase sempre é um carro zero-quilômetro.

Mas, para receber a premiação, o sortudo precisa comprar cartões de crédito de celular e encaminhar o código por mensagem de texto ou telefone.

Depois de receber os códigos, os estelionatários prometem entregar o prêmio em cinco dias úteis. É claro que esse brinde nunca chega. “Em alguns casos, depois de passar os códigos, os estelionatários informam as vítimas que caíram em um golpe”, diz Adriano.

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