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25/11/2009 - O Globo Online Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Polícia prende em SP 14 pessoas acusadas de vender atestados médicos


SÃO PAULO - A Polícia Civil, através do Departamento de Polícia de Proteção à Cidadania (DPPC), e a Corregedoria Geral da Administração (CGA), realizaram, nesta quarta-feira, uma operação contra a venda de falsos atestados médicos em São Paulo. Batizada Operação Atestado 4, a ação terminou com 14 pessoas presas e 170 atestados, apreendidos.

Os documentos eram vendidos em diversos pontos da região central (Praça da Sé e ruas Conselheiro Crispiniano e Barão de Itapetininga), e também na zona sul da capital(Largo Treze de Maio), a preços que variavam entre R$ 20 e R$ 50.

Os vendedores, segundo a polícia, eram pessoas de 40 a 60 anos, que ficavam nas ruas com placas penduradas ao corpo. Eles emitiam documentos falsos em nome de diversos centros hospitalares, entre eles o Hospital Regional Sul, Santa Casa de Misericórdia de Santo Amaro e do Centro, Hospital das Clinicas e o Hospital Santa Marcelina, na zona leste.

De acordo com a polícia, que investigou a ação do grupo durante uma semana, o objetivo da operação é combater o absenteísmo (ausência no trabalho), principalmente no serviço público.

- Esses funcionários (públicos) tinham um cardápio de doenças à disposição e o preço do falso documento subia caso o afastamento fosse solicitado em datas próximas a feriados - diz João Batista Beolchi, corregedor da CGA.

No ano passado, foi detectado que 13% das faltas diárias de professores eram ocasionadas por motivos de saúde. Nesse cenário, o governador José Serra baixou um decreto que limitou o número de faltas por atestado médico a seis por ano.

Os 14 presos serão indiciados com base no artigo 297 do Código Penal (falsificação de documento público), que prevê detenção de dois a seis anos.

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