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24/11/2009 - paraiba.com.br Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Governo identifica fraude no programa Leite da Paraíba

Por: João Costa


O Diário Oficial, edição desta terça-feira, 24, publica resultado de uma sindicância na FAC – Fundação de Ação Comunitária, em que constata fraudes no programa Leite da Paraíba, principalmente o uso de “produtores fantasmas”. As duas firmas investigadas São a Copasa –Cooperativa Agropecuária Santa’Anna LTDA e a Sebral – Serrote Branco Agroindustrial LTDA.

Segundo o relatório elaborado pela Comissão de Sindicância, presidida por Francisco de Assis Caldas, “foram constatadas irregularidades no cadastro de fornecedores de laticínios na Copasa e na Serrote”.

A principal irregularidade encontrada: produtores fantasmas. “A sindicância comprovou que as empresas investigadas possuem em seus quadros de fornecedores, produtores que comprovadamente não produzem leite”.

O depoimento do senhor Antonio Sandro Moura Silva, residente em Barra de Santana, relata: “que nunca foi produtor de leite, que desconhece que seu nome estivesse sendo usado como produtor de leite pela empresa Sebral”. Sandro diz em seu depoimento que trabalha como moto-taxista, sendo esta sua única fonte de renda.

Já o depoimento de Clóvis Vidal dos Santos, vigia aposentado, tem o mesmo teor. “Que não sabia que seu nome estava sendo como produtor de leite pela Sebral, e que não possui conta no Banco do Brasil”.

O depoimento de José do Carmo Vieira colhido pelos investigadores é mais grave. Vieira reconhece que “nunca foi produtor de leite, que sabe que seu nome está sendo usado pela Copasa como produtor de leite do município de Barra de Santana e que tem como fonte de renda, salário como inspetor do Colégio estadual Almirante Antonio Heráclito. No seu depoimento Vieira relata que era procurado mensalmente por um funcionário da Copasa para assinar recibo de fornecimento de leite.

Já o depoimento de Maria das Graças Farias Costa segue o mesmo padrão da fraude no programa do leite. “Que nunca foi produtora de leite, que não sabia que seu nome estava sendo utilizado, e que desconfiou que seu nome estava sendo usado indevidamente, no momento em que percebeu que estavam sendo realizados, mensalmente, depósitos em sua conta corrente, os quais eram automaticamente transferidos, que os depósitos variavam de valor e que nunca usufruiu desses depósitos”. Maria das Graças é professora do estado.

Segundo o relatório, as empresas Copasa e Serrote foram excluídas do programa do leite.

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