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18/11/2009 - O Globo Online Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Quadrilha presa por fraude à Previdência criava 'trabalhador fantasma' em 9 estados e no DF


SÃO PAULO - A quadrilha de fraudadores do INSS presa nesta quarta-feira pela Polícia Federal em nove estados e no Distrito Federal usava documentos frios para criar trabalhadores 'fantasmas'. Onze pessoas foram presas e uma continua foragida.

Segundo a Polícia Federal, os bandidos usavam certidões de casamento, carteiras de identidade, procurações e outros documentos falsos para criar um contribuinte fictício. Em seguida, pagavam duas ou três contribuições em nome delas, criando o vínculo com o Regime Geral da Previdência Social.

O próximo passo era emitir um atestado de óbito falso e pedir pensão aos dependentes dos trabalhadores fantasmas que, por sua vez, também só existiam por meio de documentos falsos. A pensão do morto passava então a ser sacada mensalmente por integrantes da quadrilha.

Com o comprovante de recebimento da pensão do INSS, a quadrilha também conseguia empréstimos consignados junto a instituições financeiras, usando benefícios previdenciários obtidos fraudulentamente.

O prejuízo às instituições financeiras é estimado em R$ 500 mil.

- As investigações começaram após uma servidora do INSS suspeitar de uma fraudadora, que foi a uma agência de Campinas, em março - contou Wagner Santana da Veiga, delegado da PF.

Ela desconfiou da autenticidade dos documentos apresentados e foi checá-los. Ao perceber a movimentação, a integrante da quadrilha fugiu.

Até o momento, foram identificados 60 benefícios falsos, que custaram R$ 70 mil por mês aos cofres públicos, de acordo com a superintendente regional do INSS, Elisete Iwai.

- Acreditamos que possam haver mais centenas, por isso, ainda não sabemos qual o prejuízo exato.

- Os fraudadores serão acusados de estelionato qualificado, formação de quadrilha e falsificação de documentos - de acordo com Fernando Duran Poch, superintendente regional da PF em São Paulo. A pena pode chegar a 15 anos de prisão.

A polícia bloqueou as contas dos envolvidos e apreendeu cinco carros e dinheiro, que serão usados para ressarcir a Previdência. Eles atuavam em São Paulo, Rio de Janeiro, Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Minas Gerais, Pernambuco, Bahia, Goiás e Distrito Federal. A operação foi chamada de "Vidência", em referência ao ato de criarem segurados, já antevendo a morte dos mesmos para receberem a pensão. Cerca de 90 policiais federais participam da operação.

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