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06/11/2009 - Tribuna do Interior Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Empresa montada para dar golpe é desativada pela Polícia Civil

Por: Clodoaldo Bonete


A Polícia Civil lacrou uma empresa ontem de manhã, que havia sido aberta há cerca de dois meses em Campo Mourão para aplicar golpes no comércio. Uma mulher, esposa do proprietário do negócio, foi presa em Goioerê, onde o casal estaria morando. O homem, que usava identidade falsa, continua está foragido. A empresa, identificada por I.G.C. Distribuidora – Importadora e Exportadora, estava instalada na avenida José Custódio de Oliveira, próximo da área central.

O delegado-chefe da 16ª Subdivisão Policial de Campo Mourão, José Aparecido Jacovós disse que a identificação da empresa é que acabou levantando as suspeitas. “Os policiais que estavam na rua suspeitaram por causa da fachada, que indicava ‘importadora e exportadora’, ou seja, com esse nome o proprietário podia comprar desde um simples par de chinelos a uma TV”, contou o delegado.

Na quinta-feira à tarde os policiais chegaram no local e encontraram apenas uma secretária, e dois computadores. As suspeitas de estelionato ficaram mais evidentes quando a funcionária disse que nem sabia o nome completo do proprietário e que o mesmo quase não parava no estabelecimento. “Ela disse que sabia apenas que ele se chamava Itamir, mas não tinha o sobrenome. Os policiais ficaram a tarde inteira esperando a sua chegada, mas ele não apareceu. Hoje (ontem) de manhã voltamos ao local já para lacrar as portas. No local encontramos alguns documentos com endereço de Goioerê. Mandamos uma equipe até aquela cidade, onde encontraram uma mulher que já estava com a mudança sobre o caminhão para ir embora”, revelou Jacovós.

A mulher, identificada pelas iniciais F. F. R., confessou que era esposa de Itamir e também admitiu que eles costumavam aplicar esse tipo de golpe. Com elas os policiais apreenderam também algumas folhas de cheques. Ela foi presa em Goioerê e seu marido continua foragido. “A mulher também é suspeita de usar nome falso, mas ainda estamos checando essas informações. Na verdade ainda não recebemos nenhuma denúncia de pessoas lesadas. Acredito que após a divulgação desse fato é que vão aparecer as vítimas.”

Jacovós revela que a empresa adquiria os produtos no comércio de Campo Mourão com cheques pré-datados e os revendia. A funcionária abordada na empresa não tem nenhum envolvimento com o casal. “Ela foi não sabia de nada”, completa.

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