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06/11/2009 - O Globo Online Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Empresas suspeitas de fraude

Por: Leila Suwwan


Três membros da família do recém-empossado senador Acir Gurgacz (PDT-RO) foram condenados mês passado, pelo Tribunal de Contas da União (TCU), por fraude contra o governo federal e desvio de R$ 1,6 milhão destinado a um projeto de inclusão digital no Paraná.

A auditoria constatou envolvimento de Assis Gurgacz, pai e suplente do novo senador, no esquema de direcionamento, superfaturamento e desvio de recursos, que utilizava laranjas e empresas da família, além da Fundação Gurgacz.

O senador não foi incluído no processo porque, embora seja sócio das empresas e conselheiro da fundação, não é gestor. O tribunal decretou a indisponibilidade de bens dos três da família.

O advogado da Fundação Gurgacz, Ramiro Dias, negou a fraude e disse que tudo não passa de um mal-entendido. Ele não quis receber do GLOBO cópia do acórdão do TCU, não permitiu contato com Assis Gurgacz e informou que Acir Gurgacz é conselheiro da fundação.

Todos os envolvidos — inclusive dois irmãos do senador — receberam multas de R$ 20 mil. Terão que devolver cerca de R$ 2 milhões.

Da verba do projeto, R$ 1 milhão foi direcionado para comprar ônibus usados. Os veículos eram do grupo Gurgacz e foram superfaturados.

— Qualquer multa é pouca. O convênio foi montado para ser mal executado e ter irregularidades. O crime é doloso — disse o ministro José Jorge no julgamento, em 21 de outubro.

No Senado, Acir Gurgacz tomou posse em um plenário esvaziado. Da família, a mulher estava presente. Foi prestigiado pelo presidente do PDT, ministro Carlos Lupi (Trabalho), e, no pronunciamento, pregou ética.

Em entrevista, admitiu responder na Justiça a processo semelhante ao que cassou Expedito Júnior, por abuso de poder econômico.

Acir minimizou os mais 200 processos a que responde por causa das empresas. As acusações vão de estelionato a crime ambiental.

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