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03/11/2009 - O Globo Online Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Ex-integrante das Forças Armadas é preso aplicando golpe do treinamento militar


SÃO PAULO - O segurança Rafael Fernandes dos Santos, de 24 anos, foi preso por policiais do Grupo Armado de Repressão a Roubos e Assaltos (Garra) do Departamento de Investigações sobre o Crime Organizado (Deic) por manter um falso curso de treinamento militar em São Paulo. Ex-integrante das Forças Armadas, o acusado identificava-se como tenente e ministrava aulas de defesa pessoal e estratégia de combate. A prisão ocorreu na Freguesia do Ó, zona norte da capital. Duas pistolas e maconha foram apreendidas. (SPTV: Veja imagens do treinamento )

O segurança deixou as Forças Armadas em 2003, como recruta, onde serviu na cidade de Caçapava, no Vale do Paraíba, em São Paulo. Ele disse ter pedido baixa, mas o Exército rebate e diz que Santos foi expulso por indisciplina. Há quatro anos, resolveu montar a farsa. O acusado alegou que a idéia surgiu a partir de um contato com um oficial superior.

Segundo o acusado, um militar prometeu a reincorporação dele caso demonstrasse conhecimento treinando uma equipe. O grupo preparado também deveria se apresentar ao superior para efetivação na corporação. Dessa maneira, o indiciado passou a recrutar interessados. E até designou missões aos alunos. Uma delas era conseguir maconha e adquirir armas.

- Ele passava uma informação falsa para os alunos dele que ele tinha um contato no comando do Exército e quem passava no curso ia defender o Brasil lá no Haiti nas forças de paz - diz o delegado Osvaldo Nico Gonçalves.

Um dos alunos, que não quis se identificar, disse que pagou R$ 5 mil pelo curso. Um outro 'recruta' aparece nas fotos tiradas por Santos com uma tatuagem com a seguinte frase: 'Deus cria. P.E. mata" - as iniciais se referem à Polícia do Exército.

O segurança fez carteiras falsas de identidade militar, onde dava patentes para aos integrantes. Parte do faturamento consistia em vender equipamentos - fardas e coturnos - a preços superfaturados. Um exemplo dessa prática era o valor de uma farda camuflada: o preço era de R$ 80, mas acabava repassada por R$ 250.

O esquema foi descoberto pelos policiais do Grupo Armado de Repressão a Roubo e Assalto (Garra). O segurança foi cercado na rua Parapoã, nas proximidades da casa dele. Na residência os policiais encontraram maconha, duas pistolas e identificações falsas. Ele admitiu as acusações.

O segurança foi autuado por tráfico de drogas e porte de arma pelo delegado Arli Antônio Reginaldo, da Delegacia de Repressão a Roubo de Jóias.

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