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04/11/2009 - Correio de Uberlândia Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Preso um dos acusados do golpe dos colchões

Por: Rick Paranhos

Comerciante usava CPF falso e, segundo a polícia, aplicava golpes.

A Polícia Civil (PC) de Uberlândia prendeu em flagrante, ontem à tarde, o comerciante Khalil Said Mohamad Ghazal, 44 anos, acusado de uso de moeda e documento falsos. No momento da prisão, os policiais encontraram com Khalil um contrato de compra e venda do veículo que ele usava e que havia sido comprado com uso de CPF falso. Também foram aprendidos R$ 3 mil, a maioria em moeda de R$ 100 e R$ 50.

Khalil Said já era procurado, segundo a polícia, por crime de estelionato cometido em fevereiro deste ano. Ele era gerente de uma rede de lojas conhecida como “Bella Casa Colchões” e com o genro Mohuddine Mohamed Hage — dono da empresa — teria aplicado golpes em dezenas de consumidores. De acordo com as vítimas, os golpistas vendiam colchões, recebiam o pagamento, mas não entregavam a mercadoria.

“Estamos pedindo a prisão preventiva dele à Justiça pela participação no crime de estelionato da loja de colchões, uma vez que, ao comprar o carro com CPF falso, ele continuou praticando o mesmo crime”, afirmou o delegado responsável pelos inquéritos, Eduardo Leal.

Desde o início do ano, agentes da PC investigavam o paradeiro de Khalil e do genro. Ontem os policiais foram informados de que o suposto golpista estaria na cidade para pegar um histórico escolar da filha que estudava em uma escola da região oeste. “Nós montamos uma campana e esperamos. Outro homem foi pegar o documento usando uma procuração, nós o seguimos e prendemos os dois na BR-365 quando estavam em um carro que seguia rumo à saída de São Paulo”, disse Eduardo Leal.

Dono da loja teve prisão decretada

O acusado de estelionato Khalil Said Mohamad Ghazal admitiu à reportagem do CORREIO de Uberlândia que usava dois CPFs falsos e que a nota falsa estava com ele no momento da prisão. “Eu estava com o nome sujo na praça e precisava de outro documento para trabalhar, por isso tirei os CPFs. O dinheiro falso estava comigo mesmo e eu peguei no meio das outras na hora que recebi uma conta. Já o carro, eu estava pagando as prestações”, disse.

Khalil nega o crime de estelionato com o genro durante o tempo em que foi gerente da Bella Casa Colchões. “Ele [o genro] fechou a loja e como eu não tinha trabalho, fui embora, mas não cometi nenhum crime”, afirmou. Mohuddine Mohamed Hage, genro de Khalil, teve a prisão preventiva decretada pela Justiça em fevereiro e ainda continua foragido. “A última vez que eu encontrei com ele foi na Bahia e ele pediu para não fazer mais contato porque a polícia estava à procura dele e poderia ser preso a qualquer momento”, afirmou.

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