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13/02/2007 - 24 Horas News Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

PF diz que mais de 100 foram lesadas pela quadrilha de Da Silva

Por: Sinézio Alcântara


A liberdade ou não do ex-vereador e ex-deputado estadual Francisco da Silva Leite, preso pela Polícia Federal, em Cáceres, por falsificação de selo público, usurpação de função pública e formação de quadrilha, será decidida nesta quarta-feira. O procurador da República, no município, Vicente Mandetta, deverá apresentar parecer sobre o visto do processo, determinado pelo juiz federal da comarca, Paulo César Alves Sodré, em atendimento ao pedido de liberdade provisória, impetrado pelo advogado Everaldo Batista Filqueira.

Apesar do pedido de liberdade apresentado pela defesa, na sede da Polícia Federal, não param de chegar denúncias sobre o golpe aplicado pelo grupo liderado por Da Silva. O departamento de Comunicação da PF informou que, desde a desarticulação da quadrilha, no dia 8 de fevereiro, mais de 100 pessoas entre comerciantes, empresas do ramo de informática e usuários de softwares em Lan House – proprietários de casas de jogos eletrônicos, já apresentaram documentação, denunciando que foram lesadas pelo bando.

O delegado federal Márcio Virgílio de Freitas, responsável pelo inquérito, informou que ainda não é possível calcular com exatidão o número de pessoas vítimas da quadrilha, porque segundo ele, todo dia chega mais gente. E, que as investigações continuam no sentido de esclarecer todo esquema. A intenção agora, conforme Márcio Virgílio será inteirar sobre a idoneidade da AMDDA, que segundo ele, há fortes indícios de que também seja uma fraude.

A PF também quer saber o destino do dinheiro arrecadado das taxas e multas aplicadas. Se teria sido encaminhado para a associação ou se os próprios falsos fiscais o embolsavam.

Francisco da Silva e mais cinco pessoas, entre elas, um filho e um cunhado, foram presos em flagrante pela Polícia Federal, no interior de sua residência no bairro Vila Mariana, usada como Delegacia da Associação Mato-grossense de Defesa do Direito Autoral (AMDDA). Líder do grupo, Da Silva, segundo a PF, se auto-intitulava delegado da associação.

Os demais falsos fiscais utilizavam carros identificados como “Fiscalização Federal – Polícia das Artes”. Usavam fotocópia de selo nacional falsificado; concediam alvarás de direito autoral mediante cobrança de valores exorbitantes; exigiam taxas de expediente para uso de softwares e ameaçavam de prisão quem se recusasse pagar multa aplicada pelo grupo. Foram presos por falsificação de selo ou sinal público, usurpação de função pública e formação de quadrilha, sendo indiciados por estelionato e extorsão.

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