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30/10/2009 - Diário do Pará Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Fraude: mais dois são presos na Sacramenta


Após dois meses de investigações, policiais civis prenderam, na manhã desta sexta-feira (30), mais duas pessoas envolvidas em um esquema de fraude à previdência. A dupla engrossa a extensa lista de presos - agora formada por 60 pessoas - que teria montado uma quadrilha acusada de fraudar, segundo o INSS, dois mil benefícios previdenciários, com prejuízo de quase R$ 50 milhões à União. Entre os presos, servidores públicos, falsários, corretores de financeiras e pessoas que participavam do esquema fazendo retiradas de aposentadorias falsas.

O caso será repassado à Polícia Federal, que desenvolve no Pará uma força-tarefa previdenciária em parceria com o INSS e a Receita Federal.

Débora Monteiro de Brito e Wanderson Souza da Silva foram presos na manhã de hoje, na própria residência, localizada no conjunto residencial CDP, bairro da Sacramenta. Segundo os policiais, uma movimentação estranha no local, com um fluxo muito intenso de pessoas, teria levantado suspeitas. Foi então armada uma campana e a equipe passou a seguir os dois acusados.

Hoje pela manhã, a dupla teria tomado um táxi e seguido até a agência da Caixa Econômica localizada na travessa dos Mundurucus. Diante da agência, sem deixar o veículo, os dois teriam seguido em direção a um shopping localizado no centro da cidade e depois retornado à residência. Lá, a dupla foi abordada pela Polícia Civil, que revistou o local e encontrou 50 carteiras de identidade falsificadas, um notebook, vários aparelhos celulares e uma listagem com um sem-número de nomes e endereços.

No momento da abordagem, a própria Débora portava um RG falso, no nome de Maria dos Remédios Oliveira da Conceição. "Eu estava indo fazer um saque de empréstimo com esse documento", confessou a acusada, explicando que no caminho teria recebido um telefonema avisando sobre a prisão do chefe da quadrilha. "Fui orientada a entregar o notebook a uma pessoa que me procuraria no shopping", disse. No computador estavam armazenados dados e informações vitais sobre o esquema de saques fraudulentos de benefícios previdenciários.

Todos as 60 pessoass estão com prisão preventiva decretada e podem ficar presos por tempo indeterminado, acusados pelos crimes de corrupção ativa e passiva, peculato, estelionato, formação de quadrilha, falsidade material, falsidade ideológica e uso de documento falso.

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