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23/10/2009 - Diário do Pará Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Dupla tenta liberar carro com ordem judicial falsa


Dois homens tentaram liberar, nesta sexta-feira, 23, um veículo apreendido na Delegacia de Mãe do Rio, nordeste do Para, usando uma carta precatória (documento oficial expedido pela Justiça) falsificada. Eles foram presos em flagrante por policiais civis comandados pelo delegado José Ricardo Oliveira. O mineiro José Francisco de Oliveira, 33 anos, residente em Goiânia (GO), e o potiguar Sérgio Luiz Pessoa Cortez, 56, morador em Imperatriz (MA), chegaram ao município na quinta-feira e se hospedaram em um hotel, no centro da cidade.

No mesmo dia, eles protocolaram o documento no fórum de Mãe do Rio. A falsa carta precatória apresentava assinatura e carimbo em nome do juiz de Direito da 1ª Vara Cível de Rio Claro (SP), Alexandre Dalberto Barbosa, com determinação de liberação de um cavalo mecânico da marca Mercedes Benz modelo LS 1332, branco. O veiculo se encontra apreendido há cinco meses na unidade policial em cumprimento a mandado de busca e apreensão emitido pela Justiça de Rio Claro, em favor de uma financeira, em decorrência da falta de pagamento do financiamento junto a empresa usado na aquisição da máquina.

Ao receber o documento, a juíza titular da Comarca de Mãe do Rio, Cecília do Santos Carneiro, por medida de cautela, manteve contato com o juiz de Rio Claro, para confirmar o envio da carta precatória. O magistrado afirmou não ter enviado qualquer documento. Diante disso, o fato foi comunicado para a Polícia Civil. Os falsários foram presos perto do fórum no momento em que chegavam ao local para saber do despacho da juíza. Na unidade policial, a dupla confessou que pretendia “dar um sumiço” no veículo.

Em depoimento, José Francisco relatou que um homem, cujo nome desconhece, teria lhe dado a carta precatória falsificada em Goiânia para que viesse ao Pará fazer a liberação do veículo. Pelo serviço, ele lhe pagaria dois mil reais. O acusado afirmou ainda ter ido ate Imperatriz no Maranhão, onde teria fretado um carro para levar ao Pará o comparsa. Segundo o delegado, o documento falso e bem semelhante ao original. Os dois foram autuados em flagrante pelo crime de estelionato e falsificação de documento público. Eles permanecerão recolhidos à disposição da Justiça.

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