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23/10/2009 - Diário do Pará Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

BC apreendeu mais de 10 mil notas falsas em 2008


O Pará é um dos Estados com grande índice de circulação de cédulas falsas. No ano passado, 10.328 notas foram apreendidas e encaminhadas para o Banco Central (BC). Segundo o coordenador substituto circulante do banco, Carlos Alberto Prado, o número de notas falsas é alto por conta do tamanho do Estado.

Em todo o Brasil, o prejuízo com estas notas chega a atingir R$ 180 milhões ao ano. O setor mais prejudicado é o comércio. “Cerca de 99% do prejuízo fica no comércio, porque muita gente que trabalha não consegue diferenciar à nota verdadeira da falsa e acaba aceitando como verdadeira. E essa valor não pode ser ressarcido”.

Geralmente, a nota falsa é reconhecida nas casas lotéricas, supermercados e bancos, onde os atendentes têm treinamento específico para detectar as falsificações. No entanto, Prado explica que basta um olhar mais atento e um tato detalhado para descobrir a ilegalidade.

Segundo Prado, uma cédula tem cerca de cinco itens de segurança. Entre os principais estão a marca d’água, localizada no lado esquerdo da cédula, que pode ser vista contra a luz, o relevo da tinta e o tipo de papel. “A maior parte das cédulas falsificadas são feitas em papel comum, então dá para perceber a diferença”.

As notas de R$ 50,00 estão entre as que mais são falsificadas. Para o coordenador substituto, isso ocorre principalmente porque é um valor intermediário e compensa o falsário. “Nesse valor dá para ele retirar a margem de lucro”.

Prado diz que ainda é difícil conseguir encontrar falsários, principalmente pelo fato da população não se preocupar em verificar as notas. “Nós não temos como saber ou provar se a pessoa com a nota falsa é um atravessador ou uma vítima”.

Segundo o coordenador, 50% do dinheiro falso do país circula no sudeste do Brasil. A Polícia Federal e a Polícia Civil são os órgãos que trabalham em parceira com o Banco Central para tentar reduzir esse índice. A pena para quem falsifica notas varia de cinco a oito anos de prisão.

CAMPANHA

Para combater essa prática, o Banco Central lançou, no último dia 19, a campanha “Nosso dinheiro” que, além de orientar sobre os itens de segurança das cédulas, estimula o uso de moedas. Grande parte da população tem o hábito de deixar as moedas guardadas, o que acaba prejudicando a circulação do dinheiro.

Segundo Prado, com a prática do entesouramento, o Banco Central acaba tendo que encomendar constantemente novas peças junto à Casa da Moeda, aumentando ainda mais os gastos com o dinheiro público.

Ainda segundo o coordenador, existem atualmente 15,1 bilhões de moedas metálicas em circulação, uma proporção de aproximadamente 79 moedas por brasileiro.

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