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21/10/2009 - Jornal Cruzeiro do Sul Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

PF acusa ex-funcionário da CPFL como chefe de fraude

Por: Gustavo Ferrari


Um ex-funcionário da Companhia Piratininga de Força e Luz (CPFL) é apontado pela Polícia Federal (PF) como o responsável pelo esquema de gatos nos 41 estabelecimentos sob suspeitas de fraude nos medidores e relógios de energia elétrica. O nome dele não foi divulgado pelas autoridades. Num dos casos, os policiais descobriram que as ligações dos cabos de eletricidade passavam por dentro de uma parede de alvenaria. A PF não descartou prender outros envolvidos no esquema e a estimativa é que as fraudes podem ter causado prejuízos à CPFL superiores a R$ 10 milhões.

Noventa lacres para medidores, com a mesma numeração, foram encontrados no escritório do suposto chefe da quadrilha. A energia era furtada antes mesmo de chegar ao relógio ou marcador, disse o delegado Valdemar Latance Neto, durante entrevista coletiva na tarde de ontem. A suspeita da PF é de que cada um dos medidores de energia elétrica, que passam por aferições do Instituto Nacional de Metrologia (Inmetro), possam conter irregularidades diferentes no que diz respeito ao consumo de energia dos estabelecimentos mencionados. Caso elas sejam comprovadas, a CPFL deverá cobrar o ressarcimento do prejuízo retroativo, somado ao valor de multas previstas em lei.

Operação Zepelim

Vinte e uma pessoas continuam presas devido às investigações da Operação Zepelim, responsável por desmantelar um esquema de fraudes no Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) em Sorocaba e região. Elas estão no Centro de Detenção Provisória (CDP). Cinco advogados presos (um deles conseguiu habeas corpus) foram levados à Superintendência da PF, em São Paulo. Já as mulheres encontram-se na Cadeia de Votorantim.

Estamos colhendo depoimentos de 40 pessoas por dia. Até agora, mais de 100 pessoas foram ouvidas, afirmou o delegado Júlio César Baida Filho. São os advogados que deixavam o processo idôneo, com aparência legal. Eles tinham participação efetiva no esquema, ressaltou.

Quanto à nota da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB-Sorocaba), que pede transparência nas operações, os delegados foram incisivos: A Ordem está no papel dela, pois isso faz parte do estado democrático em que vivemos. A PF faz um trabalho técnico, voltado à colheita de provas. Estranhamos o fato de a Ordem não enviar a Comissão de Ética para apurar esses mesmos advogados que estão sob investigação, frisaram Latance Neto e Baida Filho.

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