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20/10/2009 - Midiamax Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Trio usa Internet para trapacear comerciantes de Campo Grande

Por: Celso Bejarano Jr. e Alessandra de Souza


O Garras (Grupo Armado de Repressão a Roubos, Assaltos e Sequestros) prendeu ontem três homens que vieram do Paraná, se hospedaram num luxuoso hotel de Campo Grande e, por meio da internet, enganaram ao menos cinco comerciantes da cidade.

De acordo com os policiais civis, pelo computador o trio tirou cópias da segunda via dos documentos de um correntista do banco do Brasil, sacou um talão de cheques e saiu na praça comprando pneus caros, galões de tintas, bicicleta e outras ferramentas.

Os golpistas, que vieram do Paraná no domingo, foram detidos segunda-feira à tarde porque um dos comerciantes percebeu a manobra e chamou a polícia.

Os investigadores disseram que a trama começou a partir da pesquisa feita na internet: Claudinei Manhes Merchor, 36, tirou cópias do CPF e carteira de identidade de Robson Ferreira dos Santos, de 30 anos, e pôs foto sua no documento.

Manhes Merchor, falsificador contumaz e os comparsas Fábio César Scremin, 33 e Alexandre Rodrigues, 29, foram à agência bancária e conseguiram um talão de cheques.

Robson dos Santos, segundo a polícia, mora em Curitiba (PR), e é cliente do banco desde 2002. Até agora os policiais acham que Santos nada tem a ver com o crime.

Os três paranaenses tiraram ainda a cópia de uma conta de luz em nome de Robson Santos, como se este morasse na rua João Rosa Pires, no bairro Amambai. Com a documentação e uma prova de moradia nas mãos, os golpistas saíram arrematando o que quiseram no comércio.

Primeiro compraram quatro pneus de camionete de R$ 560 cada um. Depois os golpistas foram a uma loja e compraram cinco galões de tintas de marca boa por R$ 750 e, num outro comércio os estelionatários adquiriram dois cortadores de grama e duas bicicletas. Em todas as compras, o trio deu o cheque como garantia.

Numa das lojas, o comerciante ligou para o banco e fora informado que o cheque não tinha fundo e acionou os policiais.

Policiais do Garras prenderam os três num hotel situado na avenida Afonso Pena, principal da cidade. Os objetos comprados foram apreendidos na casa de um parente de Claudinei Merchor, que usava uma outra identidade falsa em nome de Dionísio Shimanski da Rosa. Merchor, segundo a polícia, já fora preso antes por estelionato.

Já os outros dois comparsas de Merchor, Fábio Scremin e Alexandre Rodrigues, foram presos pela primeira vez, segundo a polícia. Scremin disse que até pouco tempo trabalhava como caminhoneiro e é dono uma caminhonete Silverado, veículo usado pelos golpistas.

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