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16/10/2009 - O Globo Online Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

PF prende 32 acusados de fraudar INSS para conseguir aposentadorias em SP


SÃO PAULO - A Polícia Federal prendeu 32 pessoas acusadas de praticar fraudes contra o INSS para obter aposentadorias indevidas na região de Sorocaba, município a 97 quilômetros da capital paulista, na operação Zepelim, na quinta-feira. Um acusado ainda está foragido. Os agentes cumpriram 43 mandados de busca e apreensão expedidos pela 1ª Vara da Justiça Federal de Sorocaba.

Entre os presos estão sete funcionários do INSS, além de advogados e intermediadores. A Polícia Federal acredita que alguns funcionários do INSS envolvidos no esquema de corrupção lucravam cerca de R$ 50 mil por mês com as propinas recebidas.

A operação foi feita por cerca de 250 agentes em Sorocaba, Itu, Salto de Pirapora, Araçoiaba da Serra e Porto Feliz. Segundo a PF, a investigação teve início no final de junho de 2008 e identificou quase 400 pessoas que se beneficiaram do esquema.

Nos casos em que houve corrupção, a quadrilha conseguia ter pedidos de aposentadorias aceitos em tempor recorde, burlando, em alguns casos, até mesmo a data do agendamento feito pelo sistema informatizado da autarquia. A PF informou que como constava um advogado como procurador do segurado, o procedimento de aposentadoria parecia formalmente correto e idôneo. Porém, em troca da rapidez na concessão do pedido, eram pagas propinas que variavam entre R$ 1.500 e R$ 9 mil a funcionários do INSS.

Em outros casos, a quadrilha conseguia o benefício previdenciário depois de inserir vínculos empregatícios falsos nos dados do beneficiado pelo esquema, com data anterior a 1994, período em que o sistema do INSS ainda não era totalmente informatizado. A PF informou que um funcionário do próprio INSS fazia a inserção falsa depois de receber propina, de cerca de R$ 3 mil por pessoa.

A Polícia Federal afirma que os acusados chegavam a procurar segurados a quem o INSS devia altos valores, para "agilizar" o pagamento. A quadrilha recebia, em troca, 30% do montante devido.

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