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02/02/2007 - Diário Economico Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Lucro da Parmalat cresceu 27% no ano passado

Por: Tiago Silva


O lucro da Parmalat aumentou para os 354 milhões de euros antes de juros, impostos, depreciação e amortização (EBITDA), comparativamente ao resultado reapresentado de 278 milhões de euros em 2005, disse hoje a empresa em comunicado enviado à bolsa de valores italiana.

As vendas da Parmalat subiram 4,7% para os 3,85 mil milhões de euros. A empresa não divulgou o lucro líquido.

As acções da Parmalat recuaram até 5,2% em Milão, representando a sua queda mais acentuada desde Outubro de 2005, depois do presidente do conselho de administração da empresa, Enrico Bondi, ter dito que a Parmalat poderia não alcançar as suas metas para este ano referentes ao EBITDA. As metas de 2007 serão analisadas nos próximos dois meses, disse hoje Bondi durante uma conferência por telefone com analistas.

A receita da Parmalat no Canadá, o principal mercado da empresa, subiu 3,3% para os 1,38 mil milhões de euros, enquanto que o EBITDA cresceu 17% para os 123 milhões de euros. Na Itália, o segundo maior mercado da empresa, o EBITDA subiu 45% para os 105 milhões de euros, depois das vendas terem recuado 2,1% para os 970 milhões de euros.

A empresa também informou hoje que encerrou com um acordo uma acção judicial no valor de 25 milhões de euros com o Banca Popolare di Milano SpA, solucionando as denúncias contra as suas subsidiárias Banca Akros SpA e Cassa di Risparmio di Alessandria SpA.

A Parmalat regressou ao mercado de acções em Outubro de 2005, depois de um processo de reorganização que durou dois anos e que foi comandado pelo principal executivo, Enrico Bondi. A empresa entrou com acções judiciais na tentativa de obter de volta mais de 20 mil milhões de euros em indemnizações dos bancos que comercializaram 7 mil milhões de euros em bónus para a Parmalat antes de 2003. A empresa alega que o financiamento fornecido pelos bancos ajudou a sustentar as fraudes corporativas que levaram ao seu colapso.

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