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08/10/2009 - G1 / Agência Estado Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Após fraude, Ministério da Educação busca gráficas de segurança máxima

Plural alega que cumpria com as medidas acertadas com o consórcio. Indiciado criticou em depoimento o "frágil" esquema de segurança.

O Ministério da Educação (MEC) analisa três gráficas do país consideradas de segurança máxima para a impressão das 4 milhões de novas provas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem): a RR Donnelley, com unidades industriais em cinco Estados, a Gráfica Bandeirantes, sediada em Guarulhos, na Grande São Paulo, e a Posigraf, empresa do grupo educacional Positivo, de Curitiba. As três têm experiência na impressão de papéis sigilosos, como provas de universidades, concursos públicos, talões de cheque, notas fiscais e cartões de crédito.

A Gráfica Plural, contratada pelo consórcio Connasel e de onde vazou o exame que seria aplicado no último fim de semana, foi considerada pelo MEC como uma empresa de segurança baixa, pouco adequada para imprimir as provas. Agora, técnicos do próprio MEC estão encarregados de escolher a nova gráfica. Os Correios farão a distribuição.

Em nota, a Plural alegou que cumpria com as medidas de segurança acertadas com o consórcio. Gravações feitas na gráfica e entregues à Polícia Federal (PF) registram o momento em que a prova foi furtada por funcionários. Felipe Pradella, um dos suspeitos, criticou em depoimento o "frágil" esquema de segurança. Segundo ele, pessoas envolvidas na impressão de outros documentos misturavam-se à equipe do Connasel e era possível entrar e sair do galpão com mochilas.

Pradella disse ainda que não havia uma separação clara de tarefas: ele e os colegas se alternavam na conferência, embalagem, empacotamento e lacração das provas. Ele foi um dos que quiseram vender os papéis ao Estado, que recusou e denunciou ao MEC.

De acordo com o ministério, as três são as mais seguras do país. São as únicas a ter uma sala com equipamentos enclausurados, ou seja, ficam em espaço separado, restrito, com acesso permitido apenas a poucos funcionários. Eles assinam termo de confidencialidade e são revistados na entrada e saída. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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