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07/10/2009 - Agência RBS / A Notícia Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Falsificadas do rótulo à tampa

Por: Roelton Maciel

PF prende sete pessoas em Joinville e uma em Jaraguá suspeitas de contrabandear bebidas clandestinas.

Um esquema ilegal de contrabando e falsificação de bebidas alcoólicas em Joinville e região foi desbaratado na manhã de ontem pela Polícia Federal. A “Operação Ressaca” contou com quase cem policiais para cumprir dez mandados de prisão e 18 de busca e apreensão. Até a noite de ontem, sete pessoas haviam sido presas em Joinville e uma em Jaraguá do Sul. Duas ainda eram procuradas.

Todos são suspeitos de integrar uma quadrilha que também trabalhava com a falsificação de selos fiscais para forjar a procedência das bebidas. A fabricação dos destilados era feita de forma artesanal em duas casas de Joinville e outra de Canoinhas, no Planalto Norte. Uma gráfica de Mafra seria responsável pela produção dos selos falsos. Depois que as fórmulas ficavam prontas, a bebida era engarrafada como vodca, conhaque e uísque importado.

“O processo era feito sem o menor cuidado com a higiene. Tudo acontecia em fundo de quintal”, destaca o delegado-chefe da operação, Alessandro Vieira. Investigações indicam que os produtos eram vendidos a preços abaixo de mercado no litoral e na região Norte do Estado. A polícia acredita que a maioria dos compradores tinha conhecimento da falsificação.

Pelo menos quatro casas noturnas de Joinville podem estar na lista de clientes da quadrilha. Em buscas na manhã de ontem, foram encontradas bebidas com selos falsificados no estoque dos quatro estabelecimentos. A ligação dos compradores com o esquema está sendo investigada.

“Ainda não podemos afirmar qual era o grau de envolvimento dos comerciantes no negócio”, diz o procurador da República em Joinville Mário Sérgio Barbosa.

Segundo o procurador, as investigações começaram quando uma fábrica clandestina de bebidas havia sido descoberta na garagem de uma casa em Araquari, no fim de maio.

Os suspeitos foram levados para a sede da PF de Joinville e serão autuados por formação de quadrilha, falsificação de selos de IPI, falsificação de bebidas alcoólicas e crime contra a propriedade imaterial. As penas somadas passam de 20 anos. A prisão temporária do grupo tem prazo de cinco dias. A Polícia Federal não informou a identidade do grupo e deve pedir à Justiça que prolongue a detenção dos suspeitos.

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