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04/10/2009 - Diário do Grande ABC Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Grupo é acusado de dar golpes de R$ 2 milhões

Por: Tiago Dantas


Cinco pessoas foram presas em São Bernardo e Diadema, na sexta-feira, acusadas de falsificar documentos públicos e dar golpes em bancos. A contabilidade do grupo mostra que no ano passado foram movimentados cerca de R$ 2 milhões. A quadrilha é suspeita de lavar dinheiro comprando jogadores de futebol e agenciando um grupo de pagode.

As prisões foram resultado de uma investigação de promotores do núcleo regional do Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado) e do Ministério Público de Tocantins. O empresário Manoel Alves de Carvalho, 39 anos, conhecido como "César", é apontado como o líder da quadrilha. Na casa dele, foram apreendidos aparelhos para fabricação de RGs, CPFs e talões de cheques falsificados.

Manoel confessou à polícia que criava documentos falsos para abrir contas em diversos bancos no nome de terceiros. A partir daí, pegava empréstimos que nunca pagava até que a conta fosse fechada. O empresário admitiu, ainda, que pagava R$ 5.000 para pessoas que ofereciam contas correntes e dados pessoais à quadrilha. No apartamento de Manoel foram detidos o auxiliar administrativo Caio Henrique Camacho Coelho, 19, e o office-boy Leonardo Teixeira, 21. Os dois se defenderam dizendo que apenas trabalhavam com o empresário.

Sede do esquema ficava em frente a delegacia de polícia

A casa de Manoel Alves de Carvalho, um dos locais onde o esquema de fraudes bancárias era movimentado, fica em frente ao 1º DP de São Bernardo, na Avenida Armando Ítalo Setti.

A investigação do Ministério Público descobriu, ainda, dois endereços em Diadema ligados à quadrilha. Na Rua Salvador Corrêa de Sá funciona uma transportadora de cargas, enquanto na Avenida Cupecê fica um salão de cabeleireiros.

Na transportadora Divinex, ligada a Manoel, foram detidos Rangel Limeira dos Santos, 25 anos, e Mônica da Silva Limeira, 26. Rangel admitiu que sabia que o seu chefe "fazia alguma coisa ilegal", segundo seu depoimento à polícia.

Outra funcionária da Divinex foi indiciada, embora não tenha sido localizada pela polícia. Atestados médicos e um aparelho que fornece senhas de internet foram apreendidos. Os promotores do Gaeco investigam, ainda, a relação da quadrilha com fraudes contra programas do governo federal.

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