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02/10/2009 - Diário de Cuiabá Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Preso comprador de carro com nome alheio


Policiais da Delegacia Municipal de Várzea Grande prenderam em flagrante o golpista Ricardo Alexandre da Silva Dumont, de 33 anos, que usava documentos falsos para comprar carros financiados. O destino do veículo seria a Bolívia. Ele foi flagrado usando documentos em nome de Amado Pereira Alves, que teve os documentos extraviados recentemente. A prisão ocorreu anteontem à tarde, no bairro Cristo Rei, em Várzea Grande.

Segundo o chefe de operações, policial civil Edson Leite, ele se preparava para comprar um Honda Civic usando o nome da vítima, numa garagem de veículos usados. O carro está avaliado em cerca de R$ 55 mil. O responsável pela venda conseguiu localizar o verdadeiro Amado, que ficou surpreso e acionou a polícia.

“Conseguimos prender o estelionatário em flagrante. Ele (Ricardo) foi preso por tentativa de estelionato e uso de documento falso. Pelo esquema, os carros alienados tinham um destino só. Seriam levados para a Bolívia”, explicou o policial. Ricardo foi preso em março do ano passado, em Goiás, com cerca de 20 quilos de cocaína e estava em liberdade.

Conforme o policial, Ricardo usava os documentos de Amado e colocou a foto dele para fazer a compra financiada. Edson Leite acredita que o bando seja maior e mais pessoas tenham sido vítimas desse golpe. “Aumentou de forma significativa o número de vítimas que se queixam que seus nomes estão sendo usados para a prática do golpe”, frisou.

As investigações apontam que os veículos são levados para a Bolívia. Ao descobrir que teve o nome usado, a pessoa que teve os documentos perdidos recebe a conta de um carro, geralmente de um valor acima de R$ 50 mil, um carnê em dezenas de prestações.

Lembrou que a orientação da polícia é registrar queixa toda vez que a pessoa tem os documentos roubados, furtados ou mesmo extraviados. “Com isso, ela se resguarda do uso de seus documentos. É uma forma de provar que foi vítima”, explicou.

Um policial da extinta Delegacia de Repressão a Estelionatos explicou que é difícil a pessoa se livrar da dívida, pois quem financiou acaba não aceitando ficar no prejuízo. “Temos caso de um rapaz que os bandidos compraram um caminhão e ele já estava tendo os bens penhorados”, disse o policial.

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