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30/09/2009 - SEGS Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Saiba como identificar o operador oficial de câmbio

Por: Carina Boldi

Confira dicas para realizar operações cambiais de forma segura, sem correr os riscos do mercado paralelo.

A segurança financeira é uma das principais preocupações de turistas durante suas viagens, porém muitas informações devem ser esclarecidas antes mesmo de os futuros viajantes adquirirem moedas estrangeiras no Brasil. Na ânsia de não perder dinheiro com o câmbio e aproveitar os momentos de cotações baixas, muitas pessoas realizam operações cambiais em estabelecimentos não autorizados ou, ainda, que agem de forma ilegal sem emissão de recibos.

Desta forma, o Grupo FITTA, pioneiro em franchising de agências de câmbio no Brasil e líder nacional no mercado de ouro e metais preciosos, apresenta algumas dicas para identificar o operador oficial de câmbio:

Autorização do Banco Central

O estabelecimento que realiza operações cambiais deve ter autorização do Banco Central do Brasil para funcionamento, que deverá estar obrigatoriamente visível aos clientes. Dessa forma, o viajante estará seguro em relação à veracidade das cédulas adquiridas, sem riscos de obter moedas falsas oferecidas pelos doleiros.

Além das regras atuais, a partir de 2010, o Banco Central obrigará que estabelecimentos que praticam operações cambiais hoje, como agências de viagens e meios de hospedagem, sejam filiados a alguma instituição financeira que tenha autorização de câmbio (correspondentes cambiais) para poder atender seus clientes com serviços de compra ou venda de moedas estrangeiras.

Emissão de boleto cambial

Para qualquer operação de compra ou venda de moeda estrangeira, o operador de câmbio deverá emitir um boleto cambial, documento oficial que registra o valor comercializado. Assim, o viajante poderá comprovar a origem da moeda, caso seja questionado na entrada de países estrangeiros.

A comercialização de moedas estrangeiras em espécie realizada por agências de turismo ou lojas de câmbio sem a emissão do boleto configura o mercado paralelo de câmbio, mais conhecido como câmbio Black. Apesar de muitas pessoas não imaginarem, este tipo de operação ilegal financia o tráfico de drogas, a lavagem de dinheiro e, como consequência, traz para a sociedade ações de violência, sonegação de impostos, desvio de verbas públicas, enfim, atividades que são prejudiciais à população em geral.

Solicitação de documentos

Em uma operação de câmbio legal de até R$ 10 mil será solicitado ao cliente apenas o documento de identificação. Caso o valor seja superior, exige-se um simples cadastro de Pessoa Física, com dados básicos pessoais. Assim, o boleto de câmbio é emitido para a comprovação da origem legal do dinheiro. O fornecimento do CPF garante a segurança do viajante e assegura que a moeda é verdadeira, não oriunda de operações ilegais.

Ética e responsabilidade no mercado cambial

Além de fornecer informações ao turista para que suas viagens sejam mais seguras e agradáveis, o Grupo FITTA busca alertar e conscientizar a população sobre as consequências das operações ilegais para a sociedade. É importante que consumidores atentem-se quanto à responsabilidade de realizar compra e venda de moedas estrangeiras em instituições regularizadas e que operam de acordo com as normas cambiais vigentes no País. Desta forma, os clientes garantem sua tranquilidade nas viagens e expressam sua cidadania e compromisso com seus deveres e direitos.

O Grupo FITTA é reconhecido por valores embasados na credibilidade, transparência, agilidade, tecnologia e profissionalismo.

A companhia, parceira oficial de câmbio da ABAV – Associação Brasileira de Agências de Viagens e da ABIH – Associação Brasileira da Indústria de Hotéis, prima pela ética de procedimentos e é baseada em princípios como modernidade, inovação e legalidade - adotando a própria postura do governo de combater operações ilegais.

A empresa acredita que é possível gerir uma organização de forma lucrativa, estando 100% em conformidade com a legislação vigente e com elevado padrão ético, mesmo atuando em mercados altamente competitivos e em um ambiente regulatório instável.

Sobre o Grupo FITTA

O Grupo FITTA, pioneiro em franchising de agências de câmbio no Brasil e líder nacional no mercado de ouro e metais preciosos, iniciou suas operações há dez anos e é dividido em três grandes unidades: FITTA DTVM, FITTA Câmbio e Turismo e a Ello DTVM.

FITTA DTVM: Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários, a Instituição Financeira tem foco no comércio atacadista de câmbio e de moedas estrangeiras. Credenciada pelo Banco Central do Brasil, é responsável pela concessão das autorizações de funcionamento das franquias do Grupo e é parceira oficial de câmbio da ABAV – Associação Brasileira de Agências de Viagens.

FITTA Câmbio e Turismo: é a franqueadora do Grupo FITTA, que, desde 2007, oferece a oportunidade do investidor atuar no mercado legal de câmbio. A companhia prima pela ética de procedimentos e é baseada em princípios como modernidade, inovação e legalidade - adotando a própria postura do governo de combater operações ilegais, conhecidas pelo mercado como câmbio paralelo ou Black. A FITTA Câmbio e Turismo é associada à ABF – Associação Brasileira de Franchising.

ELLO DTVM: líder no mercado formal de ouro e metais preciosos no Brasil, a companhia é fruto da joint-venture dos grupos FITTA e MARSAM (empresa com mais de 50 anos de atuação), e tem entre seus clientes grandes empresas do segmento de jóias.

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