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30/09/2009 - G1 Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Identificação por impressão digital evitaria fraudes, diz presidente do TSE

Grupo é suspeito de cobrar para emitir RG, CPF e título de eleitor. Para procurador da República, sistema é frágil.

O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Carlos Ayres Britto, disse nesta quarta-feira (30) que só a implantação da identificação pela impressão digital pode evitar o sucesso do tipo de fraude que a reportagem do Jornal Nacional mostrou na terça-feira (29).

A reportagem obteve com uma quadrilha em São José do Rio Preto, a 438 km de São Paulo, um título de eleitor verdadeiro para um cidadão que nunca existiu. A polícia prendeu mais um participante das fraudes. Ele foi detido nesta tarde em uma casa, também em São José do Rio Preto.

Nesta quarta, o procurador da República Álvaro Stipp esteve no cartório eleitoral de Monte Aprazível, a 475 km de São Paulo, cidade que aparece no título de eleitor obtido pela produção do Jornal Nacional.

Ficou comprovado que o papel usado para fazer o título de eleitor é verdadeiro. Os dados é que são falsos. Mesmo assim, para a Justiça Eleitoral, este cidadão inventado poderia votar normalmente na próxima eleição.

No cartório, foi localizado o protocolo para retirada do título e a ficha do registro na Justiça Eleitoral. Alguém que se passou por Kleber foi registrado como trabalhador rural e teve até que pagar uma multa de R$ 3,00 porque estava tirando o título de eleitor aos 29 anos.

O endereço e o telefone indicados na ficha foram inventados. Para tirar um título de eleitor é preciso apresentar o RG e um comprovante de residência, que são conferidos pelas atendentes para a emissão do documento. Para o procurador da República Álvaro Stipp, o sistema é frágil.

A Secretaria de Segurança Pública de São Paulo (SSP) informou que são falso tanto o número de série quanto a assinatura do delegado que aparecem na carteira de identidade comprada que apareceu na reportagem de terça-feira.

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