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26/01/2007 - Jornal da Cidade de Bauru Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Golpe do seqüestro pode ter sofrido uma alteração

Por: Ieda Rodrigues


Um telefonema recebido por uma aposentada de Bauru nesta semana é uma pista que os estelionatários acostumados a aplicar o já conhecido golpe do seqüestro, que no início do mês fez várias vítimas na cidade, podem estar alterando a forma de agir para obter sucesso. Ao atender o telefone, a mulher foi surpreendida com uma pessoa chorando, que dizia ser seu filho e que havia sido seqüestrado. Assustada, ela não prestou atenção ao timbre de voz e acabou falando o nome de seu filho. Era tudo o que o golpista precisava para seguir com a conversa e pedir que ela fizesse um depósito para evitar que fosse morto.

Acreditando que a pessoa ao telefone realmente era seu filho e que ele estava nas mãos de seqüestradores, a aposentada já estava tentando arrumar dinheiro para o resgate quando descobriu que o filho estava trabalhando. Na modalidade anterior, o estelionatário dizia ser um policial rodoviário ou bombeiro e começava a conversa dizendo que um parente de quem havia atendido o telefone havia sofrido um acidente.

Após descobrir o nome de um parente de quem estava ao telefone, o estelionatário mudava o rumo da conversa e anunciava que se tratava de um seqüestro e exigia códigos de cartões com crédito para celular ou dinheiro para liberar a suposta vítima. Na maioria destes casos, as ligações partiam do interior de presídios.

Até ontem, a Delegacia de Investigações Gerais (DIG) de Bauru não havia registrado nenhum caso da segunda modalidade do golpe do seqüestro. O delegado Ricardo Dias, da DIG, ressalta que os golpistas podem sim ter alterado a forma de abordagem já que, devida à ampla divulgação na imprensa sobre o falso seqüestro, não estavam mais obtendo sucesso.

Mas ele não descarta que seja uma ação isolada, de alguém que conhece a família da aposentada e tentou extorquir dinheiro. Em todo caso, Dias orienta a população, se receber uma ligação semelhante, a certificar-se que o parente em questão está mesmo desaparecido antes de tomar qualquer atitude.

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