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22/09/2009 - pe360graus Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Suspeita de aplicar golpes de venda de notebooks é presa no Recife

Segundo a polícia, a mulher dizia às vítimas que recebia computadores apreendidos por um preço abaixo do mercado do assessor da Polícia Federal, Giovani Santoro.

Uma mulher foi presa em flagrante no Recife, depois de confessar o uso do nome de um assessor da Polícia Federal para aplicar um golpe que envolvia a venda de notebooks. Rejane Maria da Silva (fotos 1 a 3), 36 anos, foi detida na última segunda-feira (21), e transferida nesta terça (22) para a Colônia Penal Feminina.

Foram dois dentistas, vítimas do golpe, que denunciaram o caso à polícia. Eles desconfiaram da demora no recebimento da mercadoria e marcaram um encontro com ela para a compra de mais um notebook. Quando Rejane Maria chegou ao local, uma parada de ônibus na Ilha do Leite, foi surpreendida pela policia.

Rejane Maria foi abordada por um policial rodoviário federal quando recebia o pagamento em dinheiro por mais uma transação. Segundo o agente, quando foi questionada, ela acabou confessando o crime.

A mulher usava o nome do assessor de comunicação social da Policia Federal, Giovani Santoro (foto 4), para aplicar o golpe. Ela dizia que estava vendendo notebooks apreendidos pela Polícia Federal durante as operações de fiscalização, por um preço bem abaixo do mercado, e que recebia esses equipamentos, que deveriam ir para leilão, do próprio Giovani Santoro.

No depoimento, na sede da Policia Federal, a mulher afirmou que só conhecia o assessor de comunicação Giovani Santoro pela televisão e que usava o nome dele nas transações para dar credibilidade ao golpe que aplicava.

“Cabe um alerta da própria Polícia Federal: nenhum material apreendido ou leiloado é vendido para particulares”, informou o próprio Giovani Santoro. “É feito um edital púbico e as pessoas tomam conhecimento desses bens, via de regra, pela Receita Federal”.

Rejane foi encaminhada à Colônia Penal Feminina do Recife e, se condenada, pode pegar de um a cinco anos de prisão por crime de estelionato, que é quando alguém tira vantagem de forma ilegal, uma fraude, por exemplo, em prejuízo de outra pessoa.

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