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17/09/2009 - A Tarde Online Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Homem é preso sob acusação de atuar com falso diploma de advogado

Por: Ana Cristina Oliveira e Alana Fraga


Jurandy Lima dos Santos, 44 anos, foi preso em Camacan, (526 km ao sul de Salvador), sob acusação de atuar com diploma falso de advogado. Na delegacia, ele disse que cursou Direito numa faculdade de Itajaí, em Santa Catarina, de 1995 a 1998, e comprou por R$ 1,5 mil a certidão de conclusão do curso em Uruguaiana, no Rio Grande do Sul.

Em 2005, ele tirou a carteira da seccional da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), em Salvador, onde conseguiu protocolar o diploma. O delegado Jackson Silva, de Camacan, disse ter recebido um comunicado da OAB, seccional Bahia, informando que a inscrição de Jurandy, número 21.959, foi cancelada em 22 de agosto deste ano.

No entanto, no site da OAB-BA consta que a carteira do falso profissional foi invalidada na madrugada da última quarta-feira, dia 16. No site nacional da Ordem, a consulta com esse número de registro referente à Bahia ainda informa “situação regular”.

De acordo com a assessoria de comunicação da OAB-BA, como a atualização no sistema baiano ocorreu nesta quinta, as informações podiam ainda não ter sido repassadas. A assessoria afirmou que a atualização no portal nacional será pedida em regime de urgência.

Quanto à diferença nas datas informadas pelo site e pelo delegado, o assessor explicou que o processo de cancelamento foi iniciado em agosto, o que já retirava do portador o direito de advogar.

Foragido - O acusado também tem um mandado de prisão por receptação expedido pela 5ª Vara das Execuções Criminais de São Paulo. Na folha corrida, segundo o delegado Jackson Silva, consta que ele responde a um inquérito por furto, em Campinas (SP), e por falsificação de documento público e uso de documentos falsos, em Rio Branco, no Acre.

Jurandy foi preso na terça-feira na porta de uma oficina, onde, segundo a polícia, tentava consertar um carro importado, que teria comprado em Ilhéus, mas pago apenas uma prestação. Ele argumentou que deixou de pagar, porque o vendedor não entregou a documentação do veículo.

Os policiais investigavam a denúncia do sumiço do veículo, feita em Ilhéus, e a queixa de uma pessoa, de Camacan, de que teria pago R$ 250 para Jurandy ver o processo dela na Justiça, mas não obteve resultado. Jurandy vai ser encaminhado para São Paulo.

Atuação - Jurandy mora em Ilhéus há cinco anos, onde tinha um escritório, desde 2006. Ele disse que nasceu em Recife, tem 38 anos e é filho de José Ladislau Santos. Porém, no portal da Secretaria de Segurança Pública da Bahia consta que ele nasceu em Camacan, tem 44 anos e é filho de José Nascimento.

Jurandyr nega os crimes no Acre e em Campinas, assume ter sido preso em São Paulo por receptação. Relata que estava em liberdade condicional e faltava apenas 64 horas para cumprir a pena, quando deixou São Paulo, motivando o pedido de prisão.

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