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18/09/2009 - Diário de Cuiabá Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

PF prende servidora que fraudava erário

Conforme a polícia, funcionária foi pega sacando R$ 1 mil de aposentadoria fajuta. Ela responde pelo serviço de benefícios da Agência do Centro.

Uma funcionária do INSS foi presa ontem à noite, pela Polícia Federal, após ter sido pega, em flagrante, sacando R$ 1 mil de uma aposentadoria que não existe. Trata-se da chefe do serviço de benefícios da Agência da Previdência Social do Centro de Cuiabá. O nome dela não foi divulgado à imprensa.

O valor fraudado ultrapassa R$ 1,1 milhão em três benefícios ilícitos, segundo informações da PF. Este é o terceiro caso de irregularidades encontradas na concessão de benefícios do órgão. Juntas, as três operações somam R$ 3,9 milhões em prejuízo estimado aos cofres públicos.

Investigações da Força-tarefa Previdenciária no Estado de Mato Grosso, composta pela PF, Ministério Público Federal e Previdência Social, identificaram que os benefícios eram concedidos desde 1994. Dois dos três benefícios fraudados respondem pela liberação de R$ 956.850 desde a concessão irregular. Com a funcionária, foram pegos os cartões de saque referente a esses dois benefícios fraudados.

As investigações iniciaram em 2008, quando uma pensionista tentou realizar um financiamento de banco e foi informada que seu CPF continha restrições de crédito. No INSS, ela descobriu que havia quatro benefícios registrados em seu CPF. Todos utilizavam nomes semelhantes ao da verdadeira titular, mas com pequenas alterações de dados, como mudanças no sobrenome, filiação, data de nascimento e motivo da autorização do benefício.

Na realização de diligências, os policias descobriram que os saques referentes aos benefícios partiam de determinadas agências. Imagens do circuito interno dos bancos auxiliaram na determinação das características físicas de quem realizava o saque.

Os policiais também filmaram o saque da funcionária. Ao realizarem a abordagem, ela afirmou que sacava para uma “tia distante”, mas não soube explicar onde ela morava. Disse apenas que era em Barão de Melgaço.

As investigações confirmaram a inexistência de pessoa com o nome dado pela fraudadora, no endereço mencionado. Ela disse ainda que enviaria o dinheiro via Correio, mas também não apresentou qualquer forma de comprovar a chegada do valor.

As investigações continuam. Como houve atualização de dados, a polícia investiga se eles tiveram participação nas fraudes.

Entre 2004 e 2006 ela ocupava o cargo de gerente de Serviços de Benefícios em Mato Grosso. Ela será indiciada por estelionato, crime com previsão de pena de reclusão que varia de um a cinco anos, além de multa. A pena ainda é agravada em um terço por ter lesado a uma instituição pública de assistência social. (Com assessoria)

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