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16/09/2009 - PR Newswire Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Seminário Internacional de Crédito da Acrefi discute fraudes


São Paulo, 16 de setembro de 2009 - A ACREFI - Associação Nacional das Instituições de Crédito, Financiamento e Investimento - promoveu o seu 4° Seminário Internacional intitulado "A Crise Mundial e Seus Impactos na Fraude", com a apresentação de nove palestrantes, sendo um norte-americano e um italiano.

Na abertura dos trabalhos, Adalberto Savioli, presidente da ACREFI, afirmou que "é sempre difícil falar de fraude, porque trata-se de algo indesejável nas carteiras de crédito". Segundo ele, o volume e o número de fraudes cresceram em todos os setores da atividade econômica, como financiamentos, crédito consignado e cartões de crédito, com até 0,15% do total do faturamento em fraudes.

Para o Delegado Classe Especial da Academia de Polícia, Tabajara Novazi Pinto, as fraudes cometidas por meios eletrônicos são as que mais proliferam: "Essa modalidade de fraude muda quase que diariamente, e o especialista em prevenção tem de acompanhar tudo na mesma velocidade."

Corroborando essa premissa, George Millard, diretor da Performance Risk, disse que foram perdidos mais de US$ 600 milhões em fraudes nos Estados Unidos no ano passado: cerca de 52% das grandes empresas sofreram com fraudes e um em cada seis bancos reportaram lavagem de dinheiro.

As principais características da fraudes cometidas no Brasil são falsidade ideológica, clonagem de cartões e falsificação de documentos. Todas elas visam à retirada de dinheiro das instituições, por meio de abertura de contas, recebimento de cartões de crédito ou tomadas de crédito fraudulento.

Já segundo Clark Abrams, Chefe de Investigações Financeiras e Lavagem de Dinheiro em Nova Iorque (EUA), estimam-se perdas de US$ 22 bilhões por fraude. "Uma das táticas aplicadas nos Estados Unidos é colocar pouco dinheiro rapidamente, dividido em vários depósitos de pequenos valores, uma vez que depósitos de menos de US$ 1 mil não precisam ser reportados. Essa é a maneira encontrada pelos criminosos para lavar dinheiro de fraude e narcotráfico", explicou.

Mássimo Nardo, Coordenador do Grupo de Prevenção de Crime Organizado e Lavagem de Dinheiro, da Unidade Nacional de Inteligência Financeira da Itália, por sua vez, afirmou que "a fraude é uma atividade tida como 'de mercado' e não de oportunidade". Para ele, se as estratégias dos criminosos são mutáveis, o combate deve ser, necessariamente, inovador na mesma medida.

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