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11/09/2009 - Portal MS Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Usuários da web devem estar atentos para não serem vítimas em crimes virtuais


A popularização da internet trouxe ao mundo contemporâneo mais facilidade na comunicação com outras pessoas, além de se tornor uma importante ferramenta de pesquisa. Com isso, indivíduos mal intencionados também enxergaram na rede o potencial para praticar crimes. De acordo com o investigador de Polícia Judiciária, Michel Weiler Neves, em Mato Grosso do Sul os crimes virtuais mais comuns são os de calúnia e difamação e ameaças enviadas por e-mails ou recados em páginas de relacionamento.

Segundo o investigador, as pessoas que se sentirem lesadas por outros indivíduos através da internet, são orientadas a procurar uma delegacia de polícia, munidas da página da web impressa para formular o boletim de ocorrência. "Para ser iniciado o trabalho de investigação dos crimes virtuais é necessário que a pessoa informe a polícia; esta é uma forma de coibir a prática criminosa. Na investigação, se for preciso, profissionais especializados da Delegacia Virtual (Devir) dão o apoio no trabalho", explica o investigador.

Apesar da Devir não funcionar como um caminho para a formulação do boletim de ocorrência para os crimes virtuais mais comuns no Estado, pode ser acessado para informar endereços de sites de pedofilia, práticas racistas ou que estimule o uso de drogas.

A população que utiliza a internet deve ficar atenta para não cair em armadilhas colocadas por pessoas mal intencionadas. O alerta é para que se evite disponibilizar dados pessoais na web, criminosos podem utilizar estas informações na realização de crimes de falsificação de documentos. "Há casos de venda de CD's com informações pessoais de várias pessoas, pegas de sites como o Orkut, por isso é importante evitar colocar até mesmo fotos com nomes e outras especificações", adverte o investigador.

Os pais também devem estar alertas para os sites acessados pelos filhos. A dica é que eles fiscalizem as páginas de acesso. É aconselhável ainda a adoção de programas que bloqueiam alguns endereços eletrônicos inadequados para crianças e adolescentes.

Outro cuidado que o investigador orienta é que se evite as salas de bate-papo, uma vez que os usuários se apresentam apenas com nicks (apelidos) e podem estar com más intenções. "Nessas salas é impossível saber se quem conversa com você é homem, mulher ou criança", explica.

O usuário da rede deve tomar cuidado com os campos onde clica. Em alguns e-mails são enviados programas que rastreiam todas as informações digitadas no teclado, um vírus que geralmente é enviado como um atrativo, fazendo com que a pessoa clique e instale o programa espião no computador.

Um agravante que pode inviabilizar os trabalhos de investigação de crimes cometidos na rede é a utilização de lan houses - lugares onde se paga para utilizar a internet. Nesses locais, onde as máquinas são compartilhadas, é possível praticar crimes onde a identificação do autor fica inviabilizada. Apesar de existir uma lei que determina que essas casas tenham o cadastro dos usuários, isso não ocorre na prática.

Michel participa na próxima sexta-feira (18) de um workdhop realizado pela Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS) sobre os cyber crimes. No evento, ele fala aos participantes sobre as portas abertas para ser efetivado o crime, como e-mails e links disponibilizados em sites não confiáveis. Além disso, serão apresentados os dados estatísticos dos crimes virtuais praticados no Estado.

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