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11/09/2009 - Diário do Grande ABC Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Desempregado aplicava golpe da TV a cabo em São Caetano

Por: Tiago Dantas


Uma rede de distribuição clandestina de TV a cabo e internet foi desmontada em São Caetano. Pelo menos 50 pessoas se beneficiaram da fraude que, segundo a polícia, era liderada pelo desempregado Erivaldo Bernardo Ribeiro, 38 anos.

Conhecido como Pangaré, Erivaldo foi preso em flagrante há três semanas e indiciado por estelionato. Ele aguarda o andamento do processo em liberdade. Até ontem, dez clientes de Pangaré foram enquadrados no mesmo crime. A polícia identificou outros fraudadores.

Erivaldo contou à polícia que usava o nome e os dados pessoais de terceiros para contratar os serviços da NET para as casas dos seus vizinhos e amigos, todos moradores do bairro São José. O desempregado cobrava entre R$ 50 e R$ 100 por instalação há mais de um ano.

Como as contas nunca eram pagas, a empresa cancelava o sinal de TV a cabo após três meses. A NET estranhou o excesso de chamadas para instalação e cancelamento de produtos no mesmo bairro e acionou os investigadores do 1º DP de São Caetano.

Um policial se vestiu de funcionário da NET e acompanhou a instalação de um aparelho de TV a cabo. "Tínhamos a informação de que era só encostar uma escada em um poste que o Pangaré aparecia por lá fazendo perguntas", conta o delegado Marco Aurélio Batista. "E foi dito e feito. Chegamos com o carro, e o rapaz apareceu acompanhado do vizinho que tinha comprado o serviço clandestino. Abordamos os dois, e eles confessaram."

Pangaré contou que os nomes que usava no golpe foram passados por um amigo que trabalhou em uma imobiliária da cidade. Este homem não foi localizado pela polícia. Na casa de Erivaldo, foram apreendidos decodificadores, modems e controles remotos. O acusado também relatou que vendia alguns aparelhos de seus vizinhos para um ex-técnico da NET.

O técnico seria especialista em fazer o decodificador funcionar sem a compra do sinal. Um aparelho assim é vendido no mercado negro por R$ 800, segundo o delegado Marco Aurélio.

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