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11/09/2009 - Diário do Pará Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Dupla aplica golpe do terreno fantasma em Marabá


Uma ação da Polícia Civil de Marabá resultou, na noite de anteontem, na prisão de dois acusados de estelionato. Jean Hemesson Soares foi preso numa loja de conveniência quando negociava a venda de dois terrenos, enquanto Adeilson Franco Barros foi preso na 21ª Seccional Urbana da Nova Marabá ao questionar a prisão do colega golpista.

Eles estão sendo acusados de aplicar o golpe da venda de lotes urbanos em Marabá, uma das vítimas é o empresário e construtor Antônio Miranda Sobrinho, o “Mirandinha”, presidente do Sindicato dos Produtores Rurais de Marabá.

“Mirandinha”, há cerca de 15 dias, fechou negócio com a dupla e comprou dois terrenos na rua Paraná esquina com a Curitiba, no bairro Belo Horizonte, pelos quais pagou R$ 30 mil em dinheiro e emitiu um cheque pré-datado no valor de R$ 70 mil. Entretanto, ao tentar transferir os imóveis para o nome dele, “Mirandinha” constatou a falcatrua e percebeu que havia caído em um golpe.

A partir dessa constatação, o empresário denunciou o caso ao investigador Helano de Tarço que, por sua vez, encaminhou o caso ao superintendente regional, José Casemiro Beltrão da Silva Júnior. Este designou os investigadores, Edison Lima Alves, João Urubatan e o escrivão Wallac de França para a missão.

Os investigadores então seguiram Jean Soares, que havia marcado encontro com um provável cliente, James de Senna Simpson, que havia demonstrado interesse em comprar terrenos em Marabá.

José Casemiro, que acompanha passo a passo este caso, disse que o investigador Lima esperou que o acusado retirasse de uma bolsa um contrato de compra e venda do terreno, bem como uma procuração para efetuar a prisão de Jean Soares.

Naquela mesma noite de terça-feira, Adeilson Barros foi até a 21ª Seccional Urbana para questionar o porquê do colega ter sido preso. “Ele chegou ameaçando processar os policiais e o delegado, mas não contava que a vítima poderia reconhecê-lo e não deu outra.

O “Mirandinha”, assim que viu a ‘figura’ disse que ele pertencia ao esquema e também foi preso”, conta o delegado.

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