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08/09/2009 - EPTV.com Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Polícia duvida da morte de acusado de vender diplomas

Ficha criminal de George Zorzan incluía estelionato e formação de quadrilha .

A polícia de Pouso Alegre acredita que o dono do supletivo Nova Visão, acusado de vender diplomas, não está morto. Ele teria sido assassinado no dia 7 de agosto durante um assalto em São Paulo. As investigações apontaram que George Cassiano Zorzan Vieira respondia por estelionato, formação de quadrilha e falsificação de documentos nos estados da Bahia e São Paulo.

“Oficialmente ele não está morto para nós”, diz o delegado Carlos Eduardo Pinto. O dono do supletivo chegou a prestar depoimentos em Pouso Alegre no ano passado. Na época alegou que os diplomas não eram falsos e que poderiam ser usados em qualquer instituição de ensino do país.

A ex-funcionária do supletivo de Pouso Alegre Fátima Leandra Dias recebeu a notícia de que o dono da escola foi morto em um assalto e manteve o escritório aberto durante mais duas semanas, até que recebeu um comunicado da matriz. “A ordem era para fechar a escola”, conta.

Fátima confirmou que durante o período de um mês, cerca de 40 pessoas se matricularam e pagaram pelos diplomas. “Bastava estudar as primeiras páginas da apostila e fazer uma prova que não avaliava nada. A gente mesmo preenchia o formulário dos gabaritos”, explica.

Alguns destes formulários estão no inquérito movido pela Polícia Civil. Os documentos seriam usados como comprovantes para emissão do diploma, que vinha com nome de uma instituição do Rio de Janeiro.

Por orientação da polícia, Fátima fechou a escola e pediu para que os alunos procurassem a delegacia. A maioria reclama que pagou pelo curso e não recebeu o diploma. “Os alunos que fizeram a matrícula não sabiam da fraude”, informa Fátima.

Nova Visão

A instituição de ensino tem sede em São Paulo e possui unidades em Pouso Alegre, Varginha, Lavras e Passos. A garantia é de diploma em até seis meses. Uma aluna, que não quis se identificar, pagou R$ 700 em duas parcelas para conseguir o diploma de ensino médio. Ela passou na prova que foi feita em abril deste ano e até hoje não conseguiu o diploma. Recebeu apenas um certificado de conclusão do ensino médio, em nome da Empresa de Pesquisa Ensino e Cultura (Epec), do Rio de Janeiro.

Segundo a Secretaria de Educação do Rio, a escola foi fechada no final do ano passado por vendas de diplomas e por emissão do documento para alunos de outros estados, o que é irregular.

Em Passos e Varginha as escolas também estão fechadas.

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