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22/01/2007 - Agora SP Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Saiba como proteger sua conta das fraudes

Por: Vinicius Konchinski e VS


A principal estratégia dos criminosos para fraudar contas bancárias é obter dados pessoais e senhas, que depois são usados nos golpes.
Estatísticas da Febraban (Federação Brasileira de Bancos) apontam que, só em 2005, os golpes causaram um prejuízo de R$ 300 milhões aos bancos e seus clientes.
Segundo o engenheiro, Marcelo Lau, especialista em fraudes no sistema bancário, apesar de toda a tecnologia disponível, os golpes mais comuns ainda são aqueles que usam a "malandragem".
Ele explica que fraudadores ficam nos bancos esperando que clientes mal informados peçam ajuda para usar caixas eletrônicos ou digitem senhas sem o devido cuidado.
"O criminoso vê a senha do cliente e, depois, se utiliza dela da maneira que quiser", afirma o engenheiro.
Criminosos também ligam para os clientes, se identificam com funcionários do banco e pedem a senha. Atualmente, diz o engenheiro, existem máquinas que conseguem captar os números digitados no telefone.
A clonagem dos cartões de crédito é outro meio comum de tirar dinheiro do consumidor. A cópia acontece quando ele vai fazer compras ou então deixa o cartão com estranhos.
Na internet


Na internet, os criminosos usam um tipo de programa espião, chamado de "cavalo de tróia", que capta informações digitadas pelo cliente em seu computador e repassa esses dados para o fraudador.
Lau explica que os criminosos enviam e-mails falsos ou mesmo mensagens em salas de bate-papo contendo links que instalam o vírus no computador do cliente. A partir daí, toda operação feita no equipamento é monitorada pelos bandidos, que usam as senhas e informações digitadas para fazer outras operações bancárias sem que o cliente fique sabendo.
O engenheiro também chama atenção para as as fraudes envolvendo cheques. Segundo ele, existem dois tipos básicos de golpe: a falsificação da folha do cheque e a adulteração dos valores que forma preenchidos pelo cliente.
Após o golpe


Nos casos em que o cliente é comprovadamente vítima, o banco deve arcar com os prejuízos, diz Brunno Pandoli Giancoli, advogado e professor de direito civil. "O banco é que tem de provar que não houve fraude e que o cliente é o responsável pelo saque indevido. É o que é chamado de inversão do ônus da prova", afirma o advogado.
De acordo com Giancoli, o consumidor que for vítima de golpe deve, antes ir à Justiça, procurar uma solução amigável com o banco. É importante, também, que essa tentativa seja documentada.
"Envie uma carta com aviso de recebimento", sugere o advogado. Em caso de saque indevido, Giancoli recomenda que o cliente apresente extratos que demonstrem que o lançamento não condiz com o padrão do cliente, pois tem valor muito maior do que ele normalmente saca.
Segundo a técnica de defesa do consumidor do Procon-SP, Renata Reis, o dinheiro só é devolvido quando o banco sabe que quem falhou não foi o cliente, mas seu sistema de segurança. "Nenhum banco vai admitir que seu sistema de segurança não é totalmente confiável", diz.

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