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13/01/2007 - Jornal de Itupeva Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Advogado é preso acusado de corrupção

Por: Luiz Carlos Izzo / Fernando Dias


Duas pessoas foram presas na manhã de sexta-feira, em Itupeva, acusadas de corrupção ativa. Uma delas é advogado e tentou subornar policiais militares. Tudo começou com a prisão do desocupado Wagner Roberto Bonfim de Souza, de 22 anos, residente na rua José Francisco, Vila Nova Cachoeirinha, em São Paulo.

Ele estava no interior da agência do Banco do Brasil, em Itupeva, e tinha colocado, em um dos caixas eletrônicos, um aparelho conhecido como “chupa cabra”, utilizado para clonar cartões magnéticos. Souza vestia uma camisa amarela, normalmente utilizadas por funcionários do Banco do Brasil, e tinha ainda um crachá do BB, pois em outros tempos trabalhou na instituição e, ao deixar o emprego, conservou o crachá.

A Polícia Militar foi acionada por uma testemunha que desconfiou da atitude de Souza. Os policiais militares Belasco e Freire abordaram o acusado quando deixava a agência. Na revista pessoal, encontram, em poder do mesmo, quatro cartões magnéticos, R$ 615 em dinheiro e o “chupa cabra”. Este alegou que foi ao banco apenas para fazer saques e que ganharia, por ação praticada, R$ 200. Falou, ainda, estar na companhia de Jorge de tal, que havia feito um saque de R$ 1 mil, que fugiu do local antes da chegada dos policiais.

Corrupção – Wagner de Souza pediu aos policiais para que não apresentassem a ocorrência, oferecendo a eles R$ 10 mil como recompensa. Os patrulheiros Santos e Fernando simularam aceitar a oferta. O acusado, então, fez contato telefônico com seu advogado Ali Ahmad Majzoub, de 45 anos, residente em São Paulo, que se comprometeu a trazer o dinheiro.

Logo após o contato, o advogado, que havia recebido a ligação, se apresentou na Delegacia de Itupeva, chamando os policiais envolvidos na ocorrência para o devido acerto. Disse aos militares que o acordado por seu cliente estava confirmado e que, portanto, eles deveriam esperar um pouco, pois o numerário estava chegando.

O advogado recomendou ainda para que a ocorrência, que estava sendo apresentada, o fosse de forma a não comprometer o cliente. Logo após esse contato, o fato foi comunicado ao delegado Luiz Carlos Duarte. Momentos depois, o advogado Ali apareceu com o dinheiro e fez o pagamento ao soldado Santos, na presença dos demais policiais.

Por essa razão, Wagner, que já estava pronto a ser autuado por estelionato, foi preso, juntamente com seu advogado, por corrupção ativa. Depois de autuados, ambos foram encaminhados para a Cadeia Pública de Jundiaí.

O vice-presidente da 33ª SubSecção da Ordem dos Advogados de Jundiaí, Walter Luiz de Oliveira, esteve na delegacia de Itupeva e acompanhou a lavratura do auto de prisão em flagrante, informando que, por parte da Ordem, o caso seria rigorosamente apurado para aplicação das medidas cabíveis.

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