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29/08/2009 - Diário de Cuiabá Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Estelionato por trás de mortes

Por: Adilson Rosa


Os dois corpos encontrados carbonizados em meio a fogueiras de pneus no último fim de semana podem ter sido resultado de uma briga entre estelionatários que aplicavam golpes e se desentenderam por causa de R$ 150 mil. Policiais da Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) descobriram que a vítima encontrada queimada próximo da estrada de acesso à localidade da Guia é um golpista que usa nome falso. A princípio, trata-se de Luciano Andrade de Souza, de 32 anos, que é proprietário de duas empresas que comercializam cereais funcionando em Várzea Grande.

Uma delas está na avenida Filinto Müller e a outra, na avenida Alzira Santana. Os dois estabelecimentos comercializam também outros produtos, como ração animal. A polícia não descarta a hipótese de as empresas serem de fachadas para legalizar os golpes.

Em relação ao corpo carbonizado localizado no Engordador, em Várzea Grande, os policiais estão em dúvida. Uma das alternativas é que seja Sílvio Veriano Porto ou Clécio Nonato Alves. Os dois eram ligados a Luciano.

Segundo o delegado Antônio Carlos Garcia, responsável pelas investigações, na casa de Luciano, na rua São Paulo, bairro Nova Várzea Grande, os policiais encontraram cinco CPFs falsos. Ele está desaparecido desde sábado, um dia antes de um dos corpos ser localizado. Na ocasião, ele foi visto saindo de casa com sua picape S10 que ainda não foi localizada.

“A possibilidade de ser ele (Luciano), no caso do corpo da Guia, é muito grande. É reforçado pelo depoimento das duas mulheres dele, uma que mora em Brasília e outra, aqui (em Cuiabá)”, explicou.

Na sexta-feira, as duas mulheres foram ouvidas pelo delegado e confirmaram que Luciano estava irritado com os dois – Sílvio e Clécio – por causa de um prejuízo de R$ 150 mil. Luciano relatou às mulheres que chegou a comprar um revólver para pressionar os dois homens, supostamente sócios nos golpes.

As mulheres estiveram no Instituto de Medicina Legal (IML) verificando a arcada dentária que sobrou do segundo corpo carbonizado. Elas confirmaram uma falha em um dos dentes. Mesmo assim, a identificação deverá ser feita com exame da arcada dentária ou DNA.

Garcia acrescentou que falta ouvir uma quarta pessoa, identificada como “Welington”, morador no bairro Baú. O depoimento dele será fundamental para esclarecer o crime. Conforme as investigações, Luciano morava em Brasília e veio para Cuiabá há alguns anos. Sílvio e Clécio são de Anápolis. Os três se conheceram em Cuiabá.

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