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28/08/2009 - Cosmo Online Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Loja vendia automóveis com chassis adulterados

Estacionamento ShopCar, em Vinhedo, tinha 23 carros expostos e 18 com foram recolhidos para o pátio da cidade.

Uma loja que vendia carros roubados foi descoberta pela Polícia Civil, no Jardim Brasil, em Vinhedo, na manhã de ontem (27/8). Dos 23 carros à venda no ShopCar Veículos, 18 tinham o chassi adulterado e a documentação falsa. A polícia também suspeita que o dono da loja, Adriano Concertino, vendia veículos financiados como se fossem carros quitados no estabelecimento.

Concertino não foi encontrado na loja que fica na Avenida Brasil, via de grande movimentação e próxima à delegacia da cidade. Os carros que tinham a numeração adulterada foram guinchados e encaminhados para o pátio de Vinhedo, onde passarão por perícia. O advogado do comerciante negou que seu cliente soubesse a procedência dos veículos e disse que a loja trabalha com consignação. Ele afirmou que Adriano se apresentará à polícia.

A polícia afirmou que a loja está sob o comando de Concertino há quatro meses, e disse que ainda não sabe se algum cliente comprou um dos veículos roubados e adulterados sem saber.

De acordo com a polícia, além do crime de receptação, o proprietário da loja será acusado de estelionato. “Chegamos ao local devido à quantidade de boletins de ocorrência registrados na delegacia contra a loja. E vimos que ele vendia os veículos financiados e não quitava as dívidas com o banco”, explicou o delegado de Vinhedo, Álvaro Santucci Noventa Júnior.

Ao menos quatro pessoas foram vítimas do comerciante. O gráfico Jefferson Gimenez dos Santos, de 24 anos, foi uma das vítimas do comerciante. Ele deixou seu veículo — um Gol — financiado na loja. Segundo Concertino, uma pessoa queria ver o carro. “Ele disse que podia passar minha dívida para outra pessoa e que ele quitaria uma parte com o banco. Fiquei intrigado, mas depois de muita insistência da parte dele, deixei o carro na loja. Fui pra casa e resolvi ligar no banco para saber se podia fazer isso. O banco disse que isso era ilegal. Fiquei com medo e meu pai me ofereceu ajuda para terminar de paga-lo. Então, resolvi buscar meu carro”, conta ele. Quando Santos voltou na loja para retirar o carro, Concertino disse que tinha vendido o veículo. “Eu fiquei muito bravo. Como ele fez isso se a documentação do veículo estava comigo? Ele me disse que ia ver se dava para desfazer o negócio e me pediu um dia”, lembra o rapaz. Santos disse que foi até a delegacia para registrar um boletim de ocorrência contra a loja.

“Descobrimos que o veículo de Santos tinha sido passado para uma pessoa de Jundiaí. E o pior é que bateram o veículo e o abandonaram em Itatiba”, contou o delegado. “Agora eu não sei o que fazer porque o carro não tinha seguro”, desabafou o gráfico.

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