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27/08/2009 - Brasília em Tempo Real / Correio Braziliense Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Até empresas de ônibus fazem pirataria no DF


As empresas de transporte urbano do Distrito Federal tentam convencer o governo, desde o ano passado, de que um reajuste nas tarifas é necessário porque o faturamento do sistema tem sido afetado pelo aumento das despesas e por fatores externos, como a pirataria.

A irregularidade vem sendo combatida pelos fiscais, mas o principal inimigo é surpreendente: as próprias concessionárias do transporte público. Apenas este ano, 988 ônibus foram lacrados e multados em R$ 1.080 por estarem rodando em linhas inventadas ou que pertencem a outra empresa. A Viplan é a campeã de fraudes, tendo rodado em, pelo menos, 15 linhas criadas por conta própria. Outras cinco empresas, porém, são citadas em um relatório do Transporte Público do Distrito Federal (DFTrans).

Além de liderar o ranking da pirataria, a Viplan é a que mais coloca veículos velhos nas ruas As deficiências no sistema de transporte público estão intimamente ligadas ao surgimento de fenômenos como a pirataria. Quem depende dos ônibus coletivos para se deslocar sabe: a todo momento, carros de passeio estacionam nas paradas anunciando itinerários operados pelo transporte oficial - até a tarifas menores do que as de tabela. O governo sempre apela à população para que essa prática seja evitada, por ser ilegal e perigosa. A maioria dos usuários atende ao pedido, mas todos estão à mercê da pirataria feita pelos veículos oficiais. A má-fé dos empresários, que chegam a desativar itinerários não lucrativos, pode estar ligada à falta de uma punição efetiva. As multas aplicadas pela pirataria não são pagas pelas empresas, que questionam a cobrança na Justiça. O valor de todas as multas emitidas contra as concessionárias ultrapassa R$ 20 milhões.

Quem perde é o usuário. Gente como o analista de documentos Marcos Aurélio Mendonça, 26 anos, morador de Santa Maria. Empregado em uma empresa do Plano Piloto, ele chega cedo na parada de ônibus na Avenida dos Alagados. Às vezes, se atrasa para o trabalho. "Direto pego o ônibus da Viplan aqui (na parada) ou no terminal e, quando chega perto da administração regional, a fiscalização para, lacra o ônibus e todo mundo tem que pegar outro. Nunca explicaram o porquê", relata.

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