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10/01/2007 - Diário da Manhã Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Homem é preso por reduzir contas de luz residenciais

Por: Lara Cristina


Um homem foi preso em Aloândia (146 km de Goiânia) por volta das 18 horas de segunda-feira, acusado de fraudar padrões de energia elétrica. O eletricista Geraldo Francisco Soares foi levado para a delegacia mais próxima, em Joviânia (174 km da Capital), onde foi ouvido e liberado em seguida. Ele está sendo indiciado por subtração de energia elétrica. Segundo a polícia, o homem oferecia seus “serviços” nas residências para que a conta de luz fosse reduzida. Ele alterava o medidor do padrão de energia que fraudava a leitura de consumo. O total cobrado era relativo ao valor da conta de energia de quem pagava pela mão-de-obra. O golpe foi descoberto por meio de uma denúncia anônima.

No momento em que foi preso, Geraldo, que reside em Aparecida de Goiânia, adulterava o padrão de energia de uma padaria, na Avenida 11 de Novembro, Centro de Aloândia. O proprietário, que não quis se identificar, afirmou que não sabia que a ação era ilegal. “Ele me procurou aqui, disse que era funcionário da Celg e que faria um trabalho para regular o padrão. Comentei com ele que a energia estava vindo muito alta”, conta o proprietário, que também deverá ser investigado no inquérito policial.

Segundo o delegado de Joviânia, Fabiano Henrique Jacomelis, a quantia negociada entre o proprietário do estabelecimento comercial e Geraldo era de R$ 300. “Ainda não sabemos se ele é uma vítima do golpista ou se agiu consciente da adulteração. Se confirmada a participação do dono do estabelecimento, também será indiciado por subtração de energia elétrica”, diz Jacomelis.

O delegado diz que não foi apurado há quanto tempo o eletricista agia nem em quantas residências praticou o golpe. “Iremos precisar do apoio da Companhia Energética de Goiás (Celg) nas investigações. O acusado alegou que era a primeira vez que praticava o crime em Goiás, mas que já o tinha feito em Tocantins.”

A direção da Celg, em Goiânia, informou que, até o momento da prisão, não sabia da prática do golpe e foi avisada por meio de um funcionário da empresa em Joviânia.

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