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18/08/2009 - O Globo Online Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

PF prende mais de 20 pessoas em operação contra a pirataria no centro de SP


SÃO PAULO - A Polícia Federal já prendeu mais de 20 pessoas em uma grande operação contra a pirataria e contrabando no centro de São Paulo. Lojas e pontos de vendas de produtos de informática foram fechadas na região da Santa Ifigênia,especializada na venda de eletrônicos, nesta terça-feira. Agentes federais e auditores da Receita participaram da blitz, com apoio da Guarda Municipal. Um trecho da Rua Santa Ifigênia foi bloqueado, complicando o trânsito na região. A investigação, segundo a PF, levou um ano.

Mais de 130 boxes de três galarias foram fiscalizados. Além de produtos falsos e contrabandeados, foram localizadas notas fiscais suspeitas. Segundo os auditores, a discrição do produto não é exata, consta apenas o tipo da mercadoria, sem o número de série, modelo e marca. De acordo com eles, isso não é um documento fiscal que sustente uma operação do comércio.

Os produtos falso são vendidos com descontos de até 15% sobre o preço dos originais. Segundo a polícia, a operação inclui 116 mandados de busca e apreensão e vai continuar nos próximos dias. A mercadoria apreendida será encaminhada diretamente ao depósito da Receita Federal. O nome da operação Sebta (nome árabe da cidade de Ceuta) é uma alusão à cidade localizada no estreito de Gibraltar, que funciona como um entreposto de mercadorias para a Europa. Nas buscas, a intenção era apreender também documentos que comprovem a prática criminosa. Toda mercadoria apreendida seria encaminhada diretamente ao depósito da Receita Federal.

Na segunda-feira, a polícia paulista prendeu mais de 20 suspeitos de roubo de cargas na região do Parque Dom Pedro e da Rua 25 de Março. O grupo estaria agindo há cerca de um ano, causando prejuízos a lojistas e transportadoras. Para surpreender os ladrões, os investigadores disfarçaram-se de marronzinhos da CET, funcionários da Eletropaulo e da Sabesp, garis e até de mendigo. Foi preciso um ônibus para levar os detidos ao Departamento Estadual de Investigações Contra o Crime Organizado (Deic).

Segundo o delegado Oswaldo Nico Gonçalves, supervisor do Garra e responsável pela operação, a quadrilha agia todos os dias entre 10h30 e 16h, mas eram às segundas-feiras, dia de reposição de mercadorias nas lojas, que ocorria a maior quantidade de crimes. Os ladrões não tinham preferência. Levavam qualquer tipo de produto e escondiam em um casarão da 25 de Março. Sem o menor constrangimento, os bandidos arrancavam caixas de caminhões de entrega e saíam correndo no meio do trânsito. Enquanto esperavam carga mais rentável, assaltavam motoristas no farol. Segundo a polícia, as mercadorias eram revendidas por camelôs na própria região.

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